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Visão do Peão

Visão do Peão

30 de Novembro, 2025

Treinadores gloriosos

Paulo Autuori

Francisco Chaveiro Reis

Passou de preparador físico a treinador, no Vitória e destacou-se em Portugal

Venceu a Libertadores pelo Cruzeiro e pelo São Paulo e o Mundial de Clubes pelo São Paulo

Treinou Túlio Maravilha, Preud’homme, João Vieira Pinto, Romário, Sávio e Renato Gaúcho

 

Hoje com 69 anos, Paulo Autuori, que passou pela liga portuguesa, tem um currículo de sucesso.  Hoje treina os peruanos do Sporting Cristal. A sua carreira começou em 1975 como preparador físico da Portuguesa do Rio de Janeiro. Na mesma função, passou por América, São Bento, Marília, Bonsucesso e Botafogo.

O encontro com Marinho Peres levou a um convite para o acompanhar, como adjunto, na aventura portuguesa. Passou um ano em Guimarães antes de se estrear como técnico principal no Nacional, onde passou duas épocas. Subiu o Nacional e guiou-o a um belo 10.º posto. Na época seguinte regressou ao Vitória para chegar às meias da Taça de Portugal e chegar ao 4.º lugar. Ainda começou a época no Minho, mas logo se mudaria para o Marítimo, onde esteve 5 épocas, levando a equipa da Madeira à final da Taça, perdida para o Sporting de Iordanov, Figo e Balakov.

Em 1995 regressou ao Botafogo, com fama de bom treinador trazida da Europa e fez algo difícil: levou o Botafogo à conquista do campeonato brasileiro, pela segunda vez na sua história. Contava com os golos e Túlio Maravilha.

Logo regressou a Portugal, pela porta do Benfica, onde não teve sucesso. De regresso ao Brasil, levou o Cruzeiro à conquista do campeonato mineiro. Melhor, venceu a Libertadores. Na final, 1-0 ao Sporting Cristal, de Beto Acosta. Seguiram-se Flamengo, Botafogo, Internacional, Santos e Cruzeiro.

Seria no Peru que venceria novos títulos. Pelo Alianza Lima venceu o Abertura de
2001. Pelo Sporting Cristal, venceu o Clausura de 2002. No regresso ao Brasil, grande trabalho no São Paulo. Em 2005, venceu a Libertadores com um acumulado de 5-1 na final, ao Athletico Paranaense. No Mundial de Clubes, vitória na final ante do Liverpool e nova glória. Eram dos dias de Aloísio Chulapa, Amoroso, Grafite, Junior, Cicinho, Lugano e Ceni. Os títulos seguintes seriam duas taças, no Catar. Seguiram-se um campeonato paranaense pelo Athletico Paranaense; uma supertaça da Bulgária, pelo Ludogorets Razgrad e uma Superliga da Colômbia de Futebol, pelo Atlético Nacional.