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Visão do Peão

Vitória deixa Spartak

9 vitórias em 26 jogos

Francisco Chaveiro Reis
15
Dez21

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Rui Vitória chega ao Natal sem emprego. O Spartak de Moscovo anunciou a saída do treinador português que não se deu bem na Rússia, tendo obtido 9 vitórias em 26 jogos. Vitória só se destacou na Liga Europa, vencendo o seu grupo, à frente de Nápoles, Leicester e Legia Varsóvia. Na liga russa, onde o Spartak pretende sempre ser candidato, o clube ocupa o modesto nono lugar a quinze pontos do Zenit. O Spartak de Vitória somou 6 vitórias, 5 empates e 7 derrotas. Num plantel que inclui Moses, Ponce, Larsson, Promes  ou Bakaev esperava-se mais.

Campeões da Europa

Zenit goleia e festeja

Francisco Chaveiro Reis
03
Mai21

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O Zenit de São Petersburgo bateu o segundo classificado, Lokomotiv de Moscovo, e celebrou a conquista da liga russa, pela terceira vez consecutiva. O iraniano Sardar Azmoun (26 golos) e Artyom Dzyuba (16 golos) foram os destaques da época, numa equipa na qual Driussi, Malcom, Ozdoev, Mostovoy ou Lovren também estiveram em grande. Sergei Semak, jovem técnico, venceu o título pela terceira vez.

Mundial 2018 - Grupo A

Francisco Chaveiro Reis
11
Mai18

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Com uma equipa fraca que há um ano nem passou da fase de grupos da Taça das Confederações, a Rússia só acalenta esperanças de chegar aos oitavos por ser a equipa da casa.  Longe de ter um grupo forte ou sequer individualidades dignas de nota, apenas a atitude e o apoio do frio público podem salvar a Rússia de uma vergonha. No banco mora Stanislav Cherchesov, antigo guarda-redes internacional que faz o que pode. Os gémeos campeões Miranchuk (Lokomotiv), os históricos Dzagoev e Akinfeev (CSKA), o veterano Zhirkov (Zenit) ou o avançado Smolov (Krasnodar) são alguns dos jogadores que se podem destacar.

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O Uruguai, segundo classificado da fase de qualificação da COMMEBOL atrás do Brasil, será no entanto o grande favorito a vencer o grupo. A equipa orientada por Óscar Tabarez conta com as superestrelas goleadoras Cavani (PSG) e Suarez (Barcelona) e com uma grande quantidade de jogadores interessantes como Rolán (Málaga), Lodeiro (Sounders), Vecino (Inter), Godín e Gimenez (Atlético) ou Muslera (Galatasary). Recorde-se que os sul-americanos foram os primeiros campeões do mundo, em 1930 e repetiram a dose, 20 anos depois.

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O Egipto, onde joga o melhor marcador do melhor campeonato do mundo, pode ser a pedra no sapato da Rússia. Sem grande tradição na competição, os africanos contam com o extremo do Liverpool e com uma seleção bem organizada e com jogadores de qualidade a atuar em Inglaterra como Hegazy (WBA) ou Elneny (Arsenal). Hassan (Braga) também é uma arma de ataque a ter em conta mesmo que deva muito a Mido ou Hossam Hassan. No banco mora Hector Cúper, com larga experiência. Shikabala que já passou por Alvalade pode ser chamado.

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Por fim, a Arábia Saudita, grande favorita a ficar no fim do grupo. Juan Antonio Pizzi, vencedor de uma Copa América pelo Chile, está ao leme de uma equipa que no seu grupo de qualificação ficou apenas a um ponto do Japão e ultrapassou a Austrália. O destaque vai todo para o avançado Mohammad Al-Sahlawi (Al Nassr) que marcou 15 golos em 13 jogos antes de chegar ao Mundial. O defesa Saeed Al Mowalad, que já passou pelo Farense, também deve ser chamado.

A questão central e os 23

Francisco Chaveiro Reis
12
Mar18

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O campeão europeu vai ao Mundial da Rússia com um plantel, com boas opções para quase todas as posições à exceção de uma: os defesas centrais. Se por exemplo, a direita da defesa está repleta de boas opções como Cédric (Southampton), Cancelo (Inter), Semedo (Barcelona) ou Ricardo (FC Porto), o centro parece estar desguarnecido. Vejamos. Em 2016, Santos viajou com Pepe, Fonte, Alves e Carvalho, todos já veteranos. Pepe está a fazer boa época na Turquia e aos 35 anos deve mesmo ser opção para a Rússia. Carvalho, retirado, já não viajará, de certeza. Alves, aos 36 anos, fez apenas 18 jogos pelo Glasgow Rangers na modesta liga escocesa e a sua ida causa-me apreensão. O mesmo se passa com Fonte. Aos 34 anos fez apenas 8 jogos pelo West Ham e mudou-se para a China. Sem ritmo e numa liga inferior, não me parece a melhor opção. Mas quem poderá sê-la? Ruben Dias, jovem do Benfica, perfila-se como séria opção. Aos 20 anos tem 20 jogos pela equipa A e 4 golos marcados. Jogou nas competições europeias e mostra qualidades. E os outros dois? Para mim, tendo em conta que William e Danilo podem assumir o centro da defesa, tendo em conta a crise na posição, apostaria em apenas três homens, libertando espaço para mais um avançado. A opção mais segura para terceiro central seria Luís Neto. Aos 29 anos atua pelo Fenerbahçe, somando 15 jogos na Turquia. É parte habitual das convocatórias. Quem mais anda por aí? Da geração seguinte, contamos com talentos tremidos como Semedo (Villareal), Oliveira (Eibar), Tobias (Forest) ou Roderick (Wolves). O mais promissor de todos, Ilori (Reading) tem passado ao lado de uma grande carreira. Apenas Ié (Lille) e Rolando (Marselha) podem fazer alguma sombra a Neto. Com apenas três centrais, seria possível levar Quaresma, Ronaldo, Gelson e Guedes mas também Jota, estrela da segunda divisão inglesa.

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Os meus escolhidos seriam:

Patrício, Sporting;

Beto, Goztepe;

Lopes, Lyon;

Cancelo, Inter (a fazer época melhor do que Semedo);

Guerreiro, Dortmund;

Rui, Nápoles (a fazer boa época. Levar Coentrão para uma competição curta é arriscado);

Pepe, Besiktas;

Neto, Fenerbahce;

Dias, Benfica;

William, Sporting;

Danilo, FCP;

Fernandes, Sporting;

Mário, West Ham;

Moutinho, Mónaco;

Fernandes, Lokomotiv;

Quaresma, Besiktas;

Jota, Wolves;

Guedes, Valência;

Ronaldo, Real Madrid;

Gelson, Sporting;

Silva, Milan.

 

 

Euro 2016 - Gales esmaga Rússia

Francisco Chaveiro Reis
21
Jun16

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A seleção de País de Gales estreou-se na perfeição em fases finais de Euros. Na sua primeira participação, acabou o seu grupo no primeiro posto, após bater a frágil Rússia por 3-0. Ramsey, Bale (três golos em três jogos) e Neil Taylor fizeram os golos. Com um empate a zero com a Eslováquia, a Inglaterra classifica-se em segundo lugar. Com 4 pontos, os eslovacos podem ser um dos melhores terceiros lugares.

Euro 2016 - França volta a vencer ao cair do pano

Francisco Chaveiro Reis
16
Jun16

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Ao sexto dia de competição, começou a segunda jornada. A Rússia, que só se tem notabilizado pela violência dos seus adeptos, está quase fora do Euro após ser derrotada pela Eslóvaquia. Após grande passe de Hamsyk, Weiss deixou dois russos para trás e fez um grande golo. Melhor, só o 1-2, marcado pelo camisola 17. Hamsyk, médio criativo do Nápoles, arrancou um dos golos do Euro 2016. A Rússia ainda reduziria mas mais nada fez. No Grupo A, a França já está nos oitavos. Nova vitória sofrida com os golos a surgirem ao cair do pano. Griezmann de cabeça, aaos 88 fez o 1-0, respondendo a cruzamento de Rami. Nos descontos, Payet fez o 2-0 final. A Albânia voltou a mostrar qualidade mas voltou a perder e ainda não se estreou a marcar. No outro jogo do grupo, empate a uma bola entre Roménia (segundo golo de Stancu) e Suíça (Mehmedi).

Os 23 - Rússia

Francisco Chaveiro Reis
28
Mai16

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Guarda-redes- Guilherme (Lokomotiv), Lodigyn (Zenit) e Akinfeev (CSKA);

Defesas- Ignashevich, Vasili e Alexei Berezutski e Shennikov (CSKA),

Smolnikov (Zenit), Kombarov (Spartak), Shishkin (Lokomotiv) e Neustadter (Shalke 04);

Médios- Denisov (Dinamo Moscovo), Torbinski e Samedov (Lokomotiv), Golovin (CSKA), Ivanov (Terek), Mamaev (Krasnodar), Glushakov (Spartak) e Shirokov (CSKA);

Avançados- Dzyuba, Kokorin e Shatov (Zenit) e Smolov (Krasnodar)

 

Análise – Não ficaram grandes estrelas de fora. Nota para Zhirkov (Zenit) e Kerzhakov (Zurique) já na fase descendente da carreia.

A estrela – Na ausência do lesionado Dzagoev, o avançado Dzyuba parece ser a estrela mais cintilante. Pouco, ainda assim, para uma equipa que quer brilhar no seu Mundial, daqui a dois anos…

O onze deve ser – Ankifeev, Smolnikov, Vasili, Ignashevich e Kombarov; Shirokov, Denisov e Mamaev; Kokorin, Dzyba e Shatov.

Jogador do passado que dava jeito – Dzagoev. O do Euro 2012, por exemplo.