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Visão do Peão

Visão do Peão

Liverpool na final

Décima final

Francisco Chaveiro Reis
04
Mai22

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O Liverpool é o primeiro finalista da Liga dos Campeões. Os ingleses chegaram a Espanha com uma vantagem de dois golos que o Villarreal entrou decidido a anular. Dia abriu o marcador, logo aos 3’ e aos 41´, Coquelin empatou a eliminatória. O Liverpool abanou, mas chegou à segunda parte decidido a entrar no jogo. Fabinho, colocou a bola no meio das pernas de Rulli, e reduziu. Mas o Liverpool, novamente em vantagem, queria mais e chegou mesmo à vitória. Luis Diaz, empatou, após várias tentativas e Mané fez o 2-3 final. O Liverpool passa com um total de 5-2. O Liverpool vai jogar a décima final da sua história e a terceira, nos últimos cinco anos. Destas, seis foram vencidas, incluindo a de 2019, frente ao Tottenham. Hoje há um Real Madrid-Manchester City.

Klopp uber alles

Francisco Chaveiro Reis
08
Nov16

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Chegou a pensar-se que a luta seria apenas entre o United de Mourinho e o City de Guardiola mas, decorridas onze jornadas, a liga inglesa é liderada pelo fabuloso Liverpool atacante de Klopp (despachou o Watford por 6-1 no domingo). A um ponto está o Chelsea do estreante Conte e a dois, Arsenal e City. O United ocupa o modesto sexto lugar.

O Liverpool, mesmo sem jogar com a figura de um ponta de lança tradicional, leva 30 golos marcados e tem em Firmino, Coutinho e Mané as suas grandes figuras. Klopp, após meses de ambientação, parece agora dominar o futebol inglês e tem tudo para se intrometer até ao fim na luta. Para além dos citados, destaque para Karius, Can, Henderson ou Lallana. Já o Chelsea, com um Conte recém-chegado, é uma equipa que defende à italiana, com três centrais e dois médios centro mas que conta com dois alas muito ofensivos (Moses e Alonso) e tem em Pedro, Hazard e Costa um trio atacante de luxo. Matic e Kanté são garantia de qualidade na recuperação de bola.

O Arsenal sempre criticado por não se reforçar com tanta qualidade como a sua história e orçamento fariam supor, está lá em cima, a morder os calcanhares, muito graças à boa época de Walcott. Ozil e Alexis são os seus discípulos. Os gunners também ganharam muito com a adição de Mustafi. Já os spurs mantém a qualidade de jogo e ainda acrescentaram Wanyama, Sissoko ou Janssen a toda a qualidade que já apresentavam.

Na sexta posição, o United de Mourinho. O português está a ter pouco sucesso na sua cadeira de sonho no topo do futebol inglês. O plantel é claramente desequilibrado, ao que não será alheio ter gasto cerca de 120 milhões de euros num só jogador – Pogba, que ainda nem mostrou valer metade. Mourinho estacionou num 4-2-3-1 mas continua em busca dos melhores interpretes. Se na baliza, De Gea é garantia de qualidade, as outras posições da defesa mudam frequentemente. Mourinho não aposta em Darmian e usa Valencia na direita, sendo que Young jogou e bem no último jogo. Na esquerda, Blind, Shaw e Rojo vão passando por lá. No centro, Jones e Rojo foram a última escolha mas Smalling, Blind e Bailly são os mais utilizados. À frente da defesa, Schneiderlin parece não contar, jogando Fellaini e Herrera com mais frequência. Carrick, veterano, parece ir entrando aos poucos. Na frente, joga Ibra, que gosta de vir buscar jogo atrás e quem faria falta um ponta de lança para apoiar. Mata, Rashford, Martial, Young ou Mkhitaryan lutam por três posições, sendo que a aposta em Rooney à esquerda foi um sucesso em Swansea.

 

Destaque para os bons campeonatos de Everton, Watford, Burnley ou Southampton, todos parte do top 10. As desilusões são o Leicester e o West Ham. Poucos esperavam que o campeão voltasse a estar na luta mas a queda (apenas três vitórias) é demasiado abrupta para uma equipa que conseguiu manter as estrelas Vardy e Mahrez e ainda contratou Slimani e Musa. Já o West Ham, após boa campanha (7.º posto), mudança para um estádio maior e mais moderno e um plantel de grande qualidade está em 17.º lugar. Como tem sido hábito nas últimas épocas, o Sunderland está em posição de descida. Quantos anos seguidos conseguirá escapar?