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Visão do Peão

Visão do Peão

Mourinho líder

13
Set21

Design sem nome (1) (10).pngRoma parece ter rejuvenescido José Mourinho. O português, que ontem venceu o Sassuolo por 2-1, no seu milésimo jogo como treinador, parece ter regressado ao seu melhor, tendo recriado a corrida que fez nos tempos de Porto para festejar o golo de Costinha em Old Trafford, mas desta vez para festejar o golo da Roma, nos descontos. Ao fim de três jogos, a Roma tem três vitórias sendo a equipa que mais marca, 9 golos, em igualdade com Inter e Lázio e a segunda que menos sofre, 2 golos. Tudo isto, sem grandes mudanças no plantel. Chegaram Patrício, Viña, Abraham ou Shomurodov e saíram históricos como Dzeko ou Florenzi. Mourinho promete.

O fim do Chievo

Histórica desaparece

23
Ago21

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Fundado em 1929, o histórico Chievo Verona, deixou de existir este fim-de-semana, como culminar de uma grave crise económica. O Chievo, até agora grande rival do Hellas, na cidade de Verona, só subiu à primeira divisão italiana, há vinte anos, tendo caído em 2006 para regressar no ano seguinte e ficar na divisão mais alta até 2019. Na época passada, pelos vistos, a última do clube, o Chievo terminou em oitavo posto na Série B. O médio Emanuele Giaccherini, antigo internacional italiano que passou por Juventus ou Nápoles.

Sergio Pellessier, antigo goleador do clube e provavelmente o seu melhor jogador de sempre, foi dos mais ativos a tentar encontrar solução para o Chievo, mas não teve sucesso. Formado no Torino, Pellessier, jogaria pelo clube entre 2002 e 2019, marcando 138 golos em mais de 500 aparições. Da história do Chievo primodivisionário fazem ainda parte italianos como Corradi, Giunti, Zauri, Legrottaglie. Baronio, Perrotta ou Fiore , para além de estrangeiros como Luciano, Bierhoff, Makinwa, Obinna ou Birsa.

Vencedor de uma Série B em 2008; da Série C1, em 1994; da Série C2 em 1989 e da Série D, em 1988, o Chievo teve os seus melhores anos a meio dos anos 2000. Em 2005-2006, terminou a liga italiana no quarto posto, sendo apenas superado por Inter, Roma e Milan e superando equipas como Parma, Fiorentina ou Lázio (a Juventus obteve o último lugar, na secretaria). Nesse ano, brilhavam, para além de Pellessier, Lanna, Zanchetta ou Amauri. No ano seguinte, o Chievo ainda tentou entrar na Liga dos Campeões, mas caiu aos pés dos búlgaros do Levski e começaria mal uma época que acabaria ainda pior.

Resta saber se o Chievo, como a Fiorentina ou o Parma, regressa à vida, com novo nome ou se este, é mesmo o fim do clube.

Quagliarella fica mais um ano

Avançado de 38 anos renova pela Samp

01
Jun21

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Vai continuar, pelo menos por mais um ano, a história de Fabio Quagliarella na Sampdória. O avançado, de 38 anos acaba de renovar e vai dar sequência a uma época na qual esteve em 33 jogos e marcou 13 golos. Fabio estreou-se há 22 anos no Torino, clube onde se formou. Sem grande brilho, foi emprestado a Fiorentina e Chieti e seria na segunda época no Chieti que teria a primeira grande época. Aos 21 anos, 17 golos em 32 partidas e regresso ao Torino para 9 golos. Seguiu-se uma época no Ascoli com apenas 3 golos e a primeira estadia em Génova. Juntou-se à Sampdória em 2006, para fazer dupla com Flachi e marcando 14 golos. Seguiram-se passagens por Udinese, Nápoles, Juventus e Torino, sempre a marcar e, finalmente, em 2016, fixou-se na Samp. 3, 12, 19, 26 (melhor marca de sempre na carreira), 12 e 13 golos foram as marcas até agora, sempre como titular e estrela da equipa.

Dança em Itália

Novos treinadores

31
Mai21

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Se o mercado é sempre uma verdadeira animação, em Itália, este verão, a festa começa pelos bancos. Ora, vejamos. Conte, campeão pelo Inter, quebrando a hegemonia da Juventus, já saiu (o Real Madrid está à espreita) e para o seu lugar deve entrar Simone Inzaghi após seis boas temporadas na Lázio.   O vice-campeão Milan vai manter Stefano Pioli e o terceiro, Atalanta, também mantém Gian Piero Gasperini. Já a Juve, que passou de campeã a quarta classificada, conta com o regresso de Max Allegri, dois anos depois, tendo despedido Andrea Pirlo. Na zona europeia, Sérgio Conceição foi falado, mas não treinará Nápoles, nem Lázio. Ao San Paolo chega Luciano Spalletti e no Olimpico, Maurizio Sarri é o favorito. Descendo na tabela, já se sabe que José Mourinho, um dos poucos estrangeiros, liderará o novo projeto da Roma enquanto que Gennaro Gattuso, após experiências no Milan e no Nápoles, é o novo homem forte da Fiorentina. Animado.