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Visão do Peão

Caniggia

Heróis de Culto

Francisco Chaveiro Reis
06
Nov22

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Claudio Caniggia que até passou um ano em Portugal, deu nas vistas sobretudo em Itália e na sua Argentina natal. A sua aventura começou no River Plate, em 1986. Em 1987 já chegou aos 3 golos e no ano seguinte, aos 5. Foi suficiente para ganhar o bilhete para Itália. Começou no Hellas Verona, numa altura em que Maradona era Rei de Nápoles, onde fez 4 golos. Seguiu-se uma estadia de três anos em Bérgamo, onde fez 26 golos pela Atalanta e jogou com Glenn Strömberg que passou pela Luz. Seguiu-se um ano e 8 golos pela Roma, ao lado de Totti, Hassler ou Giannini. Emprestado pela Roma, reforçou o Benfica, para marcar 16 vezes e jogar ao lado de João Pinto e Isaías. Marcou 3 vezes na Liga dos Campeões, onde o Benfica só caiu ante do Milan, finalista. Continuou a vida na Argentina, em quatro anos no Boca Juniors. Foi por lá que deu o celebre beijo na boca ao amigo Maradona. Fez 32 golos em 74 partidas, mas nada venceu mesmo ao lado de D10S. Regressou à Atalanta para mais um golo e passou pela Escócia, defendendo Dundee United e Glasgow Rangers. Treinado por Carlos Alhinho e a jogar com Akwá, terminou a carreira no Catar. Pela Argentina, fez 16 golos em 50 jogos. Venceu a Copa América de 1991 e a Taça das Confederações de 1992. Esteve, ainda, nas Copas América de 1987 e 1989; nos Mundiais de 1990, 1994 e 2002.

Cobi

Heróis de Culto

Francisco Chaveiro Reis
04
Nov22

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Com um penteado à Henrik Larson e o número 13 nas costas, Cobi Jones era uma das estrelas do futebol dos EUA por altura do Mundial de 1994. Cobi começou no futebol universitário, como é hábito nos EUA, jogando pela UCLA Bruins, tendo depois rumado à Europa para três épocas na equipa B do Colónia. Passaria de seguida pela Premier League, defendendo o Coventry City em 22 jogos, marcando 2 golos ao lado de Dublin, Babb ou do compatriota Wegerlee. A sua carreira internacional terminou com 1 golo em 4 jogos pelo Vasco da Gama. De 1996 até fim da carreira, em 2007, jogou pelos LA Galax, fazendo 70 golos em 306 jogos. Venceu duas MLS. Pelos EUA, jogou entre 1992 e 2004, fazendo 15 golos em 164 jogos. Esteve nos Mundiais de 1994, 1998 e 2002; nos Jogos Olímpicos de 1992; nas Copa América de 1993 e 1995; nas Gold Cup de 1993, 1996, 1998, 2000 e 2002 e nas Taças das Confederações de 1992 e 1999.

Al Jaber

Heróis de Culto

Francisco Chaveiro Reis
03
Nov22

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Saudita, hoje com 49 anos, Sami Al-Jaber marcou em três mundiais, além de ter sido sempre goleador na liga local, ao serviço do Al Hilal. Entre 1988 e 2008, fez 143 golos em mais de 300 jogos pelo Al Hilal, não vencendo títulos. Destacou-se, sobretudo pela seleção da Arábia Saudita, com 44 golos em 163 jogos, tendo estado em quatro mundiais: 1994, 1998, 2002 e 2006, além de ter jogado as Taças das Confederações de 1992, 1995 e 1997 e as Taças Asiáticas de 1996 (venceu, com Nelo Vingada no banco) e 2000. Em 1994, fez o 1-0 ante de Marrocos. A Arábia Saudita chegaria aos oitavos. Quatro anos depois, em França, faria mais um golo, num 2 a 2 contra a África de Sul. Tal como em 1994, o seu golo foi de grande penalidade. Em 2002, ficou em branco e em 2006, marcaria mais um golo, desta vez de bola corrida, num 2-2 contra a Tunísia.

Loko

Heróis de culto

Francisco Chaveiro Reis
01
Nov22

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Conhecido pelo seu icónico penteado e pelos seus dotes de goleador, Loko brilhou no Nantes e PSG. A história do Nantes dos anos 90 é a história do seu goleador, Patrice Loko, hoje com 52 anos. Os seus tempos de amarelo e verde podem ser resumidos na época 1994-1995, quando marcou 25 vezes ao lado de Ouedec, N´Doram, Makelele, Pedros ou Karembeu e foi campeão francês pela sétima vez, doze anos depois da sexta. No ano seguinte, Loko estava no PSG, clube com maior poderia financeiro. Não foi titular absoluto, mas fez 11 golos e venceu a Supertaça e a Taça das Taças, sendo titular na final contra o Rapid de Viena. No segundo ano, assumiu-se como titular e marcou mais 21 vezes, mas nada venceu. Ainda assim, foi á final da Taça das Taças e foi vice-campeão, sendo ainda esmagado pela Juve na Supertaça da UEFA. Com a concorrência de Maurice e Simone, não jogou muito mais em Paris e não fez mais golos, mas, ainda assim, venceu mais uma Supertaça, uma Taça de França e uma Taça da Liga. Em fase descendente, fez 9 golos pelo Lorient, 14 pelo Montpellier, 11 pelo Troyes, 11 pelo Lorient numa segunda passagem e 1 pelo Ajaccio. Fez 26 jogos e 7 golos por França, tendo marcado uma vez no Euro 1996. Depois de uma época má, não foi chamado para o Mundial 1998.

Sforza

Heróis de Culto

Francisco Chaveiro Reis
31
Out22

 

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Número dez suíço, Ciriaco Sforza brilhou na Alemanha e Itália. Hoje com 52 anos, Sforza, começou a dar vistas, naturalmente no seu país natal, no Wohlen, da sua terra natal. Subiu de patamar para jogar pelo Aarau, onde fez 3 golos em 22 partidas. Seguiu-se o Grasshoppers, um dos maiores clubes do país onde passou três épocas, sendo campeão numa delas e jogando com outros internacionais como Vega, Yakin ou Sutter.

Em 1993 mudou-se para o Kaiserslautern onde conheceu o sucesso numa liga de maior dimensão. No primeiro ano, com Kuka, Kuntz, Kadlec ou Brehme, foi vice-campeão, ficando a um ponto do Bayern. No segundo ano, a equipa ficou em quarto e 16 golos e 61 golos depois, Sforza mudou-se para Munique. Pelo Bayern jogou apenas uma época, fazendo 2 golos em 44 jogos e na Bundesliga ficou em…segundo. Valeu a Taça UEFA, vencida ao lado de Klinsmann, Scholl ou Papin. No ano seguinte, experiência num novo gigante europeu: Inter. Ao lado de Ince, Djorkaeff, Zamorano e Zanetti chegou a mais uma final da Taça UEFA, caindo aos pés do Shalke 04 de Lehmann, Wilmots ou Linke. Em 1997, regressou ao Kaiserslautern e na primeira época, foi campeão (pela quarta vez e última na sua história, até hoje) ao lado de Olaf Marschall, Hristov, Ratinho e muitos dos companheiros que já conhecia. No ano seguinte, chegou aos quartos da Liga dos Campeões e na terceira época da sua segunda estadia, ao lado de Djorkaeff e Klose, nada venceu.

De 2000 a 2002, regressou ao Bayern para mais 55 jogos. Na primeira época venceria a Bundesliga, Taça da Liga e Liga dos Campeões. Na segunda, venceu a Taça Intercontinental. Aos 33 anos, regressou ao Kaiserslautern onde ficou até acabar a carreira em 2006. Pela Suíça, 7 golos em 79 partidas, tendo estado no Mundial 1994 e no Euro 1996.

Angloma

Heróis de Culto

Francisco Chaveiro Reis
30
Out22

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Antes de Thuram, o lateral direito francês de eleição, era Angloma, poço de força e técnica. Nascido em Guadalupe, seria por lá que se iniciaria, fazendo três épocas no Etoile Morne. Em 1985, aos 20 anos, mudou-se para França, jogando pouco pelo Rennes na estreia. Ao segundo ano, impôs-se, fazendo 31 jogos e 1 golo, ainda como lateral esquerdo. Não desceria de divisão com o clube e mudou-se para Lille onde jogou mais como central e onde encontrou o português Figueiredo que passaria grande parte da carreira no Vitória de Setúbal. Depois de três bons anos, subiu de nível, passando a jogar pelo PSG de Bats, Bravo ou Susic. No ano seguinte, deu um salto maior e mudou-se para o Marselha, onde finalmente venceria títulos. Na estreia, com Amoros, Mozer, Boli, Pelé, Papin ou Waddle foi campeão. No ano seguinte, a célebre conquista da Liga dos Campeões, ao Milan. Nesse mesmo ano, já com Voller e Boksic foi novamente campeão. Ao terceiro ano, já a jogar à direita, com a companhia dos portugueses Paulo Futre, Rui Barros e Filipe Azevedo nada ganhou e mudou-se para o Calcio.

Entrou em Itália pela porta do Torino onde esteve duas épocas. Em 1996, voltaria a um gigante europeu, passando uma época no Inter de Zamorano, Djorkaeff, Ganz, Ince ou Sforza. O melhor que conseguiu foi ir à final da Taça UEFA, perdida para o Shalke 04 de Lehmann. Passou depois quatro grandes anos em Valência, possivelmente os mais memoráveis da sua carreira. Em 1999, venceu a Taça do Rei num 3-0 ao Atlético com Claudio Lopez e Mendieta em grande. Em 2000, conquistou a Supertaça de Espanha ao Barcelona de Figo e perdeu a final da Liga dos Campeões para o Real Madrid de Raul. Aos 35 anos voltou a uma final da Liga dos Campeões e fez a sua última grande época. Na quinta temporada em Valência, ficou-se pelos 4 jogos, tendo-se retirado em Guadalupe. Pela França entre as grandes conquistas de 1984 e 1998, fez 51 jogos e 5 golos, tendo estado nos Euros de 1992 e 1996. Já por Guadalupe esteve na Gold Cup de 2007, sendo, claro, a estrela da equipa e fazendo 2 golos. Por França, foi campeão europeu de sub-21 em 1988 com Cantona, Guerin, Gaultier, Roche ou Blanc.

Padovano

Heróis de Culto

Francisco Chaveiro Reis
29
Out22

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Michel Padovano fez carreira em Itália, foi a arma secreta da Juve campeã da Europa, passou por França e juntou-se ao contingente italiano que tomou de assalto a Premier League nos anos 90. Natural de Torino, Padovano jogou pelo Asti e Cosenza antes de começar a dar nas vistas, no Pisa, aos 24 anos. Marcou 11 golos pelo clube, ao lado de Simeone e Chamot e mudou-se para o Nápoles onde ainda apanhou Careca, Zola, Alemão, Ferrara ou Blanc. Marcou 7 golos e seguiu para o Génova de Branco, Panucci, Skuhravy (teve passagem fugaz pelo Sporting) e van ’t Schip, campeão europeu pela Holanda de 1988. Marcou 9 golos e voltou a não se fixar. Seguiu-se a Reggiana onde encontrou Futre e fez 17 golos em ano e meio antes de regressar ao Génova.

Mas, Padovano é essencialmente conhecido pelos seus dois anos na Juventus. Chegou em 1995-1996, na época em que a Juve venceu a Supertaça ao Parma e a Liga dos Campeões. Jogou cerca de 15 minutos mais o tempo extra contra o Ajax. Na fase de grupos, marcou o primeiro contra o Dortmund, num 1-3 na Alemanha e fez o 2-0 final que eliminaria o Real em Turim, após uma vitória blanca em Madrid. Totalizou 7 golos. Na segunda época, subiu para os 11, vencendo a liga italiana, a Supertaça Europeia (marcou 2 no 1-6 ao PSG na primeira mão, em Paris), a Taça Intercontinental e chegou a mais uma final da Champions, marcando um golo ao Fenerbahce, na fase de grupos. Tendo em conta que teve pela frente homens como Del Piero, Vialli, Ravanelli, Boksic ou Amoroso, a sua passagem por Turim foi bastante interessante. Ainda começou a terceira época, mas aceitaria o convite do Crystal Palace. Marcou apenas uma vez e ainda chegou a jogar na segunda divisão. Ainda jogou pelo Metz onde fez 4 golos e acabou a carreira no Como, onde fez 2 golos. Por Itália, fez apenas um golo.

Boa Morte

Heróis de Culto

Francisco Chaveiro Reis
28
Out22

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Jovem extremo formado no Sporting com passagem pela Lourinhanense, Luís Boa Morte foi contratado nos anos 90 pelo Arsenal. Não fez carreira por lá, mas passou a carreira quase toda na Premier League. Depois de fazer a formação no Arrentela, Sporting, Cova da Piedade  e depois novamente no Sporting, Boa Morte estava emprestado na Lourinhã, onde jogava com Nuno Assis, Sabugo, Torrão, Caneira, Marco Almeida ou Nuno Santos, quando despertou a atenção do Arsenal de Arsene Wener. Aos 20 anos, contava com a concorrência de “monstros” como Wright e Bergkamp, além de Anelka, um ano mais novo, mas com experiência no PSG. Fez 2 golos e ainda esteve em 21 partidas. No ano seguinte, mais 15 jogos e outros 2 golos. Em 2000, juntou-se ao Southampton, onde fez 1 golo. Levava já um bom palmarés: uma Premier League e duas Supertaças.

De 2000 a 2007 passaria os seus melhores anos, ao serviço do Fulham, onde fez 205 jogos e 41 golos e venceria um campeonato da segunda divisão. A etapa seguinte seria ainda em Londres, em quatro épocas e meia pelo West Ham, onde fez 2 golos em 91 partidas. Com uma carreira de respeito na melhor liga do mundo, terminou a carreira no Chesterfield, após passagens por Grécia e África do Sul, onde foi campeão pelos Orlando Pirates. Por Portugal, 1 golo em 28 jogos, tendo estado no Mundial de 2006.

Torricelli

Heróis de Culto

Francisco Chaveiro Reis
27
Out22

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Moreno Torricelli, de cabelo comprido e pera, simboliza a imagem do futebolista italiano dos anos 90. Defesa direito, ficou conhecido, sobretudo por seis belos anos na Juve. Depois de jogar na quinta e na sexta divisão, por Oggiono e Caratese, mudou-se para Turim. Num particular entre Caratese e Juventus, Giovanni Trapattoni convidou-o para fazer testes e em 1992, estava no plantel. Na estreia, fez 48 jogos e marcou 1 golo, jogando numa defesa a três com Kohler e Carrera. Nesse ano, venceu a Taça UEFA ao Borussia de Dortmund, num total de 6-1, em duas mãos. No ano seguinte fez mais 4 jogos, mas não foi chamado para o Mundial dos EUA. No terceiro ano, já com a companhia de Paulo Sousa, venceu campeonato e taça e perdeu a final da Taça UEFA para o Parma. Na época, seguinte, a glória suprema: ajudou a vencer a Liga dos Campeões, ao Ajax. Antes, vencera a Supertaça de Itália, ao Parma. Mais um ano, mais glórias. 1996-1997 foi ano de vencer a liga italiana, Supertaça Europeia e Taça Intercontinental. A Juve voltou à final da Champions, mas perdeu-a para o Real de Mijatovic. Na sua última época, mais um campeonato, mais uma supertaça e mais uma final da Champions, desta vez, perdida para o Dortmund.

Aos 29 anos, seguiu a carreira na Fiorentina, passando lá quatro épocas como titular. Conviveu com Rui Costa e Batistuta e venceu uma Taça de Itália. Em fim de carreira, passou dois anos em Barcelona, a jogar pelo Espanhol. Arrumou as botas ao serviço do Arezzo, da segunda divisão. Foi ao Euro 1996 e ao Mundial de 1998, totalizando 10 jogos por Itália.

Lebœuf

Heróis de Culto

Francisco Chaveiro Reis
26
Out22

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Facilmente identificável pelo seu penteado inexistente, Frank Lebœuf foi um defesa discreto, mas que brilhou pelo Chelsea e pela seleção francesa. Natural de Marselha, demorou algum tempo até dar nas vistas, passando pelas ligas inferiores antes de chegar ao Laval, em 1988. Aos 23 anos, chegou ao Estrasburgo (andava por lá o avançado português José Guerra) e conseguiu a subida à primeira divisão. Ficou mais cinco anos, fazendo 48 golos em 189 partidas.

Em 1996, à beira dos 30 anos, chegou ao Chelsea, onde se notabilizou. Na primeira época, venceu a FA Cup, ao lado de Petrescu, Wise, Hughes ou Zola. Na segunda, já com a ajuda de De Goey, Le Saux ou Flo, venceu a Taça da Liga (curiosamente, num 2-0 ao Boro, mesmo resultado e adversário da final da FA Cup do ano anterior) e venceu a Taça das Taças ao Estugarda. No fim dessa época foi chamado para o Mundial, que venceu. O Chelsea estava longe de ser o gigante de hoje, mas na terceira época, o francês celebrou mais um trofeu. Desta feita, a Supertaça Europeia, após um 1-0 ao Real Madrid. Ferrer, Desailly, Brian Laudrup ou Poyet já lá andavam. Ficou mais dois anos em Londres, vencendo mais uma FA Cup, com Weah e Deschamps e uma Supertaça inglesa, com Jimmy e Stanic. Aos 34 anos não resistiu ao clube da sua terra e fez duas épocas no Marselha, convivendo com Dimas, Van Buyten, Delfim ou Alfonso. Acabou a carreira no Catar, vencendo o campeonato pelo Al-Sadd e a Sheikh Jassim Cup pelo Al-Wakrah.

Por França, mesmo com a concorrência de Blanc e Desailly, fez 51 jogos e 5 golos. Foi campeão do Mundo em 1998 e da Europa, dois anos depois. Em 2001, ainda venceu a Taça das Confederações. Jogou ainda no Euro 1996 e no Mundial 2002.

Lama

Heróis de Culto

Francisco Chaveiro Reis
25
Out22

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Muito antes de Donnarumma ou Navas, pagos a preço de ouro, quem brilhava nas redes do PSG era Lama, herói de culto da liga francesa. Lama, hoje com 59 anos, deixou a Guiana Francesa para fazer a formação no Lille tendo-se fixado na equipa principal entre 1984 e 1989. No Lille, onde encontrou Angloma, destacou-se na baliza, mas também na frente, marcando 1 golo, de penalty, no 8-0 ao Laval. Passou depois por Metz e Brest antes de brilhar no Lens, onde também converteu um penalty e fez o segundo e último golo da carreira. Mas, seria em Paris que brilharia ao mais alto nível. De 1993 a 1998, foi titular do PSG, ajudando a vencer uma Taça de França na sua época de estreia, ao lado de nomes como Weah, Ginola, Valdo ou Le Guen, com Artur Jorge no banco. No segundo ano, já com a ajuda de Raí, foi campeão e chegou às “meias” da Taça das Taças, sendo eliminado pelo grande vencedor, Arsenal. Já com Luis Fernandez no banco, Lama ajudou o PSG a vencer nova Taça de França e uma Taça da Liga. 1994-1995 levou também o PSG às “meias” da Liga dos Campeões, caindo aos pés do Milan, que no ano seguinte lhe levaria Weah. Sem Ginola nem Weah, Fernandez deu a volta por cima e o PSG, agora com Dely Valdes, e Djorkaeff venceu a Supertaça e ainda a Taça das Taças.  No quinto ano, mesmo com Loko, Mboma ou Leonardo, o PSG nada venceu, sendo segundo classificado na liga francesa, Supertaça da UEFA (esmagado pela Juventus) e Taça das Taças (1-0 para o Barcelona de Ronaldo).

Seguiu-se uma curta estadia no West Ham, onde encontrou Paulo Alves e o regresso a Paris para mais duas épocas. Com Simone, Okocha e Worns, venceu a Supertaça de França. No seu último ano, ficou apenas em segundo na liga e na Taça da Liga. Terminou a carreira como titular do Rennes, numa única época.

Por França, estreou-se pouco antes dos 30 anos, fazendo, ainda assim, 44 partidas. Foi titular no Euro 1996, chegando às meias e foi suplente de Barthez em 1998 e 2000, tornando-se campeão do Mundo e da Europa.