Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Visão do Peão

Visão do Peão

Campeões na Europa

PSG, França

Francisco Chaveiro Reis
25
Abr22

Visão de Peão (3).png

O PSG recuperou o título de campeão, que lhe fugiu na época passada. O empate a uma bola, na receção ao Lens bastou, para mais um título. O momento do jogo foi o grande golo de Messi (apenas o seu nono golo da época). O PSG é campeão a quatro jogos do fim, com 24 vitórias, 6 empates e 4 derrotas. Leva 76 golos marcados e 31 sofridos, sendo o melhor ataque e a melhor defesa. Mbappé é dono e senhor dos golos e assistências. Marcou 22 até agora e ofereceu 14. Este é o décimo título da história do PSG, oitavo nos últimos dez anos.

Paris não é uma festa

Mau ambiente e mudanças à vista

Francisco Chaveiro Reis
24
Mar22

Visão de Peão.png

O PSG parece estar a ferro e fogo. Quando, em agosto, o PSG foi a Barcelona buscar Leo Messi, um dos melhores jogadores de sempre, logo se imaginou um trio de sonho, com Neymar e Mbappé, rumo à final da Liga dos Campeões. A caminhar para o fim da época, o PSG está fora da Champions, Messi está muitos furos abaixo do esperado, Neymar continua a desiludir, a equipa é assobiada, Pochettino estará na porta de saída e Hakimi, chegado no verão, não se dará bem com a “fação” sul americana e quererá também mudar de ares. O PSG será campeão, mas na próxima época, muito mudará.

Dinheiro não faltará, com certeza, mas, o PSG precisa de nova liderança. Leonardo, antiga glória do clube, dentro de campo, deve estar de saída e já se fala num novo diretor desportivo: Michael Edwards, do Liverpool. Também no banco, haverá mudanças. Pochettino é visto como boa opção para o Manchester United e Zinedine Zidane é visto como boa opção após uma lista extensa de títulos em Madrid e boa relação com grandes craques mundiais como os que teria em Paris, é visto como boa solução.

Mas as grandes mudanças devem mesmo operar-se no plantel. Mbappé deve cumprir o sonnho de jogar pelo Real Madrid já a partir deste verão e outros, como Icardi, Di María, Draxler, Gana ou Kurzawa devem deixar Paris. Messi e Neymar terão a porta aberta, mas é difícil que encontrem poisos com os mesmos ordenados de sonho e, pelo menos, no caso do argentino, haverá vontade de mostrar mais.

Pensemos então num possível plantel do PSG para a próxima época, tomando o 4-3-3 habitual de Zidane como ponto de partida. Para a baliza, acredito que se mantenham Donnarumma, em grande no último Euro e Navas, que Zidane conhece de Madrid. Letellier pode manter-se como terceira opção. Na defesa, Hakimi, com passado madrilista deve manter-se, apesar das notícias atuais. Dagba deve ser a sua sombra. Na esquerda, fica Bernat e Mendes, emprestado pelo Sporting, deve continuar após ter dado boa conta de si. No centro, Marquinhos, Ramos (a precisar de mostrar que ainda está em condições de ser um grande central) e Kimpembe são para continuar. Acredito que a primeira grande contratação será a de um defesa central de qualidade inequívoca, como Koulibaly (Nápoles) ou Rudiger (Chelsea).

No meio, acredito que se mantenham Verrati, Paredes, Danilo e Herrera, tal como o jovem Simons. É bem possível que Gana e Wijnaldum mudem de ares. Zidane já terá pedido Casemiro e Valverde, ambos do Real, mas creio que também aqui será necessária a chegada de um ou dois craques, a começar por Pogba, em fim de contrato com o United, um jogador que Zizou muito aprecia.

No ataque, muitas dúvidas e reformulação. Acredito que Messi e Neymar acabarão por ficar e que Mbappé, Di Maria, Draxler e Icardi saiam. Assim, além da integração de Sarabia, em grande no Sporting, aposto na chegada de um avançado móvel e dois mais fixos. E, para fazer esquecer Mabppé, só Haaland, que tem City e Barcelona muito interessados nos seus serviços. As outras boas opções seriam Lukaku (Chelsea) ou Lautaro (Inter). Uma opção mais barata ou a custo zero, como Lacazette (Lyon) ou Dembelé (Barcelona) também seria bem-vinda. Mas, estando nós a falar do PSG, não é de excluir uma loucura, como tentar chegar a Salah ou Mané (PSG)

O falhanço de Messi

Pouco acrescentou ao PSG

Francisco Chaveiro Reis
15
Mar22

Visão de Peão (3).png

Com a época a caminho do fim é seguro dizer: a experiência de Messi em Paris é um falhanço. Messi ficou a fazer falta em Barcelona onde era (e é) o melhor jogador da história do clube e pouco ou nada acrescentou ao PSG. Há já o rumor do seu regresso à Catalunha, mas a verdade é que o Barcelona se reconstruiu e é pouco provável que aceite voltar a pagar um salário principesco por quem ignorou os problemas financeiros do Barcelona para se juntar ao PSG. Messi parece jogar sem vontade nem ritmo e leva apenas 7 golos e 10 assistências em 26 jogos. É muito provável que vença a Ligue 1 mas na Champions League, o seu contributo foi fraco, quando se esperava que a sua sociedade com Neymar e Mbappé chegasse para finalmente vencer a prova.

Há festa em Paris

Messi é do PSG

Francisco Chaveiro Reis
18
Ago21

Design sem nome (2) (3).png

Há dois anos, era difícil imaginar Messi com outra camisola que não a do Barcelona. Afinal, Leo, um dos melhores de sempre a jogar futebol e um dos melhores de sempre (ou mesmo, o melhor) da história do clube, estava na Catalunha desde os catorze anos. No ano passado, houve uma ameaça de separação, por vontade de Messi. Este, já em fim de contrato, esperava-se que o argentino renovasse e ficasse para sempre no Camp Nou, afastando o interesse de vários clubes. Não foi assim. Não houve acordo e, em lágrimas, Messi despediu-se do Barça para pouco depois assinar pelo PSG. Já jogador do PSG, soube-se que as lágrimas não eram de crocodilo (bem, inteiramente) já que o argentino já teria reduzido o ordenado e era-lhe devido bastante dinheiro. Mas, o facto é que Messi vai estrelar a Ligue 1, fazendo um trio de luxo com Mbappé e Neymar.

Dolberg custa 20 milhões ao Nice

Francisco Chaveiro Reis
29
Ago19

cid51648_Kasper Dolberg_440x480_resize.png

Visto como um dos mais promissores avançados da Europa, o dinamarquês Kasper Dolberg, acabou por perder algum folego e espaço no plantel do Ajax e muda-se agora para o Nice. Os franceses desembolsam cerca de 20 milhões de euros, sinal da fé que depositam no ponta-de-lança de 21 anos. Dolberg trocou o Silkeborg pelo Ajax aos 18 anos. Em 2016-2017, marcou 23 golos em 48 jogos, tendo-se ficado pelos 9 e pelos 12 nas épocas seguintes. Está longe de se mudar para um colosso europeu mas é uma aposta fortíssima do sétimo classificado da última época, que quer claramente subir de nível.