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Visão do Peão

Visão do Peão

Thiago retira-se

Lesões não travaram carreira com muitos títulos

Francisco Chaveiro Reis
08
Jul24

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Aos 33 anos, Thiago Alcântara terminou a carreira. Apesar de ter jogado por gigantes como Barcelona, Bayern ou Liverpool, a verdade é que fica a sensação de que ficou muito aquém do que poderia ter alcançado, muito por culpa de várias lesões. Filho de Mazinho, campeão do mundo em 1994, o médio nasceu em Itália na curta passagem do pai pelo Calcio. Dos sub-13 aos sub-15 passou pelo Flamengo antes de regressar a Espanha onde se formou, com distinção, em La Masia. Em 2008-2009, Guardiola estreou-o na principal equipa. Ficaria até 2013. Fez mais de 100 jogos e marcou 11 vezes, saindo com oito títulos ganhos, incluindo uma Liga dos Campeões. Com a companhia de Iniesta, Xabi, Cesc, Sergio ou Mascherano pode dizer-se que até jogou bastante, mas mudou-se na mesma para o Bayern.

Em sete anos na Baviera, mais 235 jogos, 31 golos e 16 títulos. Tornou-se numa peça fundamental do Bayern de Munique onde venceu, tal como na Catalunha, Liga dos Campeões, Supertaça Europeia e Mundial de Clubes. Em busca de novo desafio, mudou-se para o Liverpool onde fez quatro épocas, três delas, de grande sucesso pessoal. Na época passada, fez apenas um jogo, por culpa das lesões. Ainda assim, deixou boa imagem.

Brasileiro com nacionalidade também espanhola, escolheu, ao contrário do irmão Rafinha, defender a Espanha. Venceu um Euro de sub-17 e dois Euros de sub-21. Pela principal equipa, 46 jogos e 2 golos. Esteve em dois Euros e num Mundial.

Capel pendura as botas

Brilhou no Sporting

Francisco Chaveiro Reis
24
Out23

Visão do Peão (1).pngTal como Mathieu e Bruno César houve um ex-Sporting a anunciar a sua retirada do futebol. Diego Capel ainda passou pelas camadas jovens do Barcelona, mas foi pelo Sevilha que acabou a formação e por lá se estreou. Passou sete anos na equipa principal fazendo mais de 170 partidas e 11 golos. Venceu duas Ligas Europa, uma Supertaça Europeia, duas Taças do Rei e uma Supertaça de Espanha.

Em 2011 chegou ao Sporting, clube ao qual ficou ligado para sempre. Fez 143 jogos e marcou 16 golos, vencendo uma Taça de Portugal. As suas arrancadas de cabeça baixa, rumo à baliza adversária tornaram-se o melhor que se via em Alvalade. Jorge Jesus dispensou-o e o espanhol nunca mais teve o mesmo sucesso passando por Génova, Anderlecht, Extremadura, Birkirkara (Malta) e PASA Irodotos. Estava sem clube há um ano e retirou-se.

Por Espanha, jogou duas vezes, em 2008. Na estreia, duas assistências no 0-3 à Dinamarca, dividindo o campo com Torres, Iniesta, Xavi ou Xabi Alonso. No mês seguinte, foi titular na vitória por 1-0 ante da Bósnia. Jogou 61 vezes pelas seleções jovens tendo estado no Euro sub-17 de 2004; no Euro sub-19 de 2006; no Mundial sub-20 de 2007 e os Euros sub-21 de 2009 e 2011.

Bruno César retira-se

Aos 34 anos

Francisco Chaveiro Reis
24
Out23

Visão do Peão.pngBruno César, conhecido como Chuta-Chuta anunciou o fim da carreira. Por cá, passou por Benfica, Sporting, Estoril e Penafiel. Bruno César Zanaki, hoje com 34 anos passou pela formação de Bahia, São Paulo, Palmeiras e Grémio antes de jogar como sénior pelo Universidade SC, Noroeste e Santo André antes de chegar ao Corinthians, um dos maiores clubes do país. Jogou por lá com Roberto Carlos. Em 2011 foi contratado pelo Benfica e logo deu nas vistas, com 13 golos e 5 assistências em 44 jogos. Venceu a Taça da Liga e ficou mais meio ano antes de rumar à Arábia Saudita onde venceu uma Taça e foi emprestado ao Palmeiras, pelo meio.

Regressou a Portugal em 2015 para meio ano no Estoril. Logo chamou a atenção do Sporting onde passou dois anos e meio, sendo novamente comandado por Jorge Jesus. Na primeira meia época, marcou 3 golos e deu outros 2. No segundo ano, 6 golos e 6 jogos em mais de 40 partidas. Marcou ao Real Madrid e ao Borussia de Dortmund, na Liga dos Campeões. Ficou mais um ano, venceu mais uma Taça da Liga e marcou mais 2 golos na Champions, a Juventus e Olympiacos. Regressou ao Brasil para jogar no Vasco da Gama, passando ainda por cá pelo Penafiel. Terminou a jogar no XV de Piracicaba.

Jogou duas vezes pelo Brasil, em 2011. Estreou-se num 0-2 no Gabão, sendo titular ao lado de homens como Luisão, David Luiz, Elias, Hulk ou Jonas, todos com passagens por Portugal. Quatro dia depois, no Catar, esteve no 2-0 ao Egipto, voltando a ser titular. Não mais foi chamado.

Mathieu despede-se

Aos 39 anos

Francisco Chaveiro Reis
23
Out23

Visão do Peão.png

Depois de três anos a jogar nas distratais de França, Jeremy Mathieu terminou oficialmente a sua carreira, aos 39 anos. O francês jogava no Luynes Sports, um clube da segunda divisão regional francesa, depois de ter deixado o Sporting, em 2020. Mathieu fez toda a formação no Souchaux estreando-se como sénior em 2002. Passou três épocas como titular, vencendo a Taça da Liga de 2004, antes de se mudar para o Toulouse, onde fez mais três anos.

Aos 26 anos mudou-se para a Península Ibérica. Primeiro, juntou-se ao Valência, onde estavam os portugueses Manuel Fernandes e Miguel e lendas como David Villa, David Silva ou Juan Mata. Fez 177 jogos em cinco anos no Mestalla, sendo o clube pelo qual mais jogou na sua carreira. O passo seguinte foi Barcelona onde engordou o seu palmarés: dois campeonatos, três taças, uma supertaça, uma Liga dos Campeões, uma supertaça e um mundial de clubes. Fez quase 100 jogos mesmo não sendo um dos preferidos dos adeptos. Jogou com Messi, Suarez, Neymar, Iniesta, Xavi ou Piqué.

Aos 34 anos, juntou-se ao Sporting de Jorge Jesus para fazer dupla com Coates. Marcou 3 golos em 48 jogos e venceu uma Taça da Liga com Dost, Fernandes, Acuna ou William Carvalho. O seu primeiro ano coincidiu com o ataque à Academia, mas o francês continuou em Alvalade e um ano depois foi um dos mais sinceros nos festejos da conquista da Taça de Portugal, com muitas lagrimas à mistura. Nessa segunda época, venceu também a Taça da Liga e marcou 3 golos em 33 jogos. Ficou mais um ano para 25 jogos e 3 golos, conhecendo ainda Ruben Amorim.

Por França jogou 5 vezes pela principal equipa e mais 16 vezes pelos vários escalões jovens.

Hazard retira-se

Jogou por Lille, Chelsea e Real

Francisco Chaveiro Reis
10
Out23

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Alguns meses após deixar o Real Madrid, Eden Hazard confirmou o fim da carreira, aos 32 anos. O belga, médio ofensivo que jogava descaído para as alas, afirmou-se sobretudo ao serviço do Chelsea, onde esteve entre 2012 e 2019, marcando mais de 100 golos em 352 partidas. Hazard, jogou no seu país por Royal Stade Brainois e Tubize antes de se juntar às camadas jovens do Lille.

Estreou-se como sénior no Lille, em 2007, jogando lá até 2012. Marcou 50 golos em quase 200 jogos. Destacou-se sobretudo em 2010-2011 como estrela de uma equipa que venceu a liga francesa e a taça. Ficou mais um ano, fazendo 22 golos, na sua melhor época individual de sempre. Aos 22 anos mudou-se para Londres.

No Chelsea impôs-se desde logo. Numa equipa que contava com Torres, Mata, Ramires, Oscar ou Raul Meireles, ajudou a vencer uma Liga Europa, ao Benfica, não tendo jogado a final. No ano seguinte, já sem Rafa Benitez mas com Mourinho, nada venceu, tendo chegado às meias finais da Liga dos Campeões. Em 2015, venceu, finalmente, a Premier League e ainda lhe juntou uma Taça da Liga, estando em 30 golos: 19 golos e 11 assistências. Mourinho saiu e vieram Guus Hiddink e depois, Tom Holland. Os títulos só regressaram em 2017, com Conte. Mais uma Premier League e no ano seguinte, uma FA Cup. Despediu-se com Mauricio Sarri no banco e mais uma Liga Europa. No 4-1 ao Arsenal, na final, bisou e rumou a Madrid.

Pelo Real menos de 80 jogos em quatro anos e apenas 7 golos marcados. É bem verdade que inscreveu no currículo duas ligas espanholas, uma Taça do Rei, uma supertaça espanhola, uma Liga dos Campeões e uma supertaça europeia, mas foi sempre uma sombra de si, entre falta de adaptação e lesões, passando pelo sentimento de já não ser acarinhado como a estrela central que esteve sempre habituado a ser.

Pela Bélgica, grandes exibições em 126 jogos. Marcou por 33 vezes e esteve nos Mundiais de 2014, 2018 e 2022 e nos Euros de 2016 e 2021. Mas, liderando a geração de ouro do futebol belga nunca conseguiu vencer nada.

Fica para a história como um dos melhores jogadores do mundo do seu tempo. Quem sabe o que seria de si sem ter ido para o Real mas que jogador recusa um clube assim?

Walcott retira-se

Aos 34 anos

Francisco Chaveiro Reis
18
Ago23

Visão do Peão (22).pngTheo Walcott, antigo menino prodígio inglês, terminou a carreira. Walcott, mais um fruto das escolas do Southampton, estreou-se adolescente fazendo 4 golos em 21 jogos. Aos 16 anos, em janeiro de 2006 chegou ao Arsenal e poucos meses depois, seria chamado por Eriksen para o Mundial 2006, na Alemanha. Passaria 12 anos nos Gunners, fazendo mais de 100 golos em quase 400 jogos. Numa fase ingrata do clube, apenas venceu três Taças e duas Supertaças. Fustigado por lesões, foi deixando de ser o extremo supersónico do início de carreira e começou a descer na carreira. Em 2012, mudou-se para o Everton e de 2020 até ao fim da última época, regressou aos Saints. Pela seleção, fez 47 jogos, marcando 8 vezes. Estreou-se em maio de 2006, num 4-1 à Hungria. Em setembro, em Zagreb, foi a estrela do Croácia 1 Inglaterra 4, marcando 3 vezes. O seu último jogo internacional foi em Wembley, em 2016, num 2-2 com a Espanha. Walcott pode orgulhar-se da sua carreira, mas fica a sensação de que poderia ter sido ainda melhor, se tivesse tido mais sorte com as lesões.

Joaquin retira-se

Aos 41 anos

Francisco Chaveiro Reis
12
Jun23

Aos 41 anos, o médio espanhol Joaquin retirou-se. Natural de El Puerto de Santa María, começou a dar nas vistas no Bétis, em 2001. 256 jogos e 35 golos depois, mudou-se para Valência com apenas uma Taça do Rei no currículo. Em cinco anos de branco, voltou a vencer uma Taça do Rei. Seguiu-se o Málaga e a única experiência no estrangeiro, passando duas épocas na Fiorentina. Regressou ao Bétis em 2015 e venceu mais uma Taça. Fez mais 262 jogos e marcou 30 golos. É o jogador da história com mais jogos pelo Bétis. Por Espanha, 51 jogos e 4 golos, tendo sido chamado para os Mundiais de 2002 e 2006 e para o Euro 2004.

Hamsik retira-se

Aos 35 anos

Francisco Chaveiro Reis
01
Jun23

Aos 35 anos, Marek Hamsik vai terminar a carreira. O médio ofensivo eslovaco estava atualmente nos turcos do Trabzonspor. Hamsik começou a carreira no seu país, fazendo a formação no Slovan, onde se estreou como sénior. Cedo se mudou para Itália onde passou grande parte da carreira.

Começou a destacar-se, adolescente, no Bréscia, onde completou três épocas na Série B. Subiu à A, quando se mudou para o Nápoles, clube da sua vida, onde fez 520 jogos e marcou 121 golos (vi um ao vivo, num 1-1 em Roma, contra a Lázio). Esperou até 2012 para vencer o seu primeiro trofeu, uma Taça de Itália. A 20 de maio, 0-2 à rival Juventus com golos do próprio e de Cavani. Dois anos depois, nova Taça de Itália, após um 1-3 à Fiorentina. Em 2014 venceu a Supertaça, à Juventus.

O jogador da história do Nápoles com mais jogos pelo clube sairia em 2019 para jogar na China. Fez 44 jogos e regressou à Europa para uma experiência no IFK, da liga sueca. Em 2022, foi finalmente campeão nacional, já na Turquia. Fez 32 jogos, marcou 2 golos e fez 3 assistências. Já este ano, venceu a Supertaça.

Pela Eslováquia, fez 136 jogos e marcou 26 golos. Esteve no Mundial 2010 e nos Euros 2016 e 2020.

Carriço despede-se

Acaba a carreira

Francisco Chaveiro Reis
19
Abr23

Aos 34 anos, Daniel Carriço anunciou o fim da carreira. Natural de Cascais, começou a jogar no Estoril antes de se mudar para os sub-12 do Sporting onde ficaria entre 1999 e 2012. A carreira como sénior começou com empréstimos a Olhanense e AEL (Chipre). Em 2008 fixou-se finalmente no plantel e no onze leonino. Na estreia, 28 jogos e a conquista da Supertaça. Na seguinte, 44 jogos e 2 golos. Na terceira, 39 e um golo e na quarta, 38 e 2 golos. Em 2012/2013, 3 jogos pelo Sporting e saída para o Reading, onde não foi feliz. No Sporting deixou a imagem de alguém a quem foi dada demasiado cedo a braçadeira de capitão, o que terá pesado no seu percurso, mas fica, sobretudo, a ideia de que não fez parte dos melhores planteis do Sporting.

Em 2013 chegou a Sevilha onde conquistaria 4 Ligas Europa e se assumiria como uma das figuras da equipa. Fez 167 jogos pelo clube, um pouco mais do que os 152 que fez pelo Sporting. Na primeira época, a primeira Liga Europa, numa final contra o Benfica, após eliminar Valência, FCP ou Bétis. Um ano depois, nova vitória europeia, num 2-3 aos ucranianos do Dnipro. Ao terceiro ano, a terceira Liga Europa, após um 1-3 ao Liverpool. Por fim, em 2020, 3-2 ao Inter, numa altura em que Carriço já não terminou a época. Curiosamente, o Sevilha nunca conseguiu vencer a Supertaça Europeia. Carriço jogaria brevemente na China e seria ainda campeão da segunda divisão espanhola pelo Almeria.

Por Portugal apenas 1 jogo. Em 2015, jogou cerca de meia hora no Portugal 1 Itália 0, disputado na Suíça e decidido por um golo de Eder.

Bojan retira-se

Aos 32 anos

Francisco Chaveiro Reis
23
Mar23

Visão do Peão (12).pngBojan Krkić acabou a carreira aos 32 anos. Depois de um começo em grande, jogando ao lado de grandes craques, como Messi, Xavi e Iniesta, o espanhol de origem sérvia perdeu fulgor e deixou de jogar no Japão, ao lado do mesmo Iniesta que o viu começar a carreira. Bojan estreou-se pelo Barcelona aos 17 anos, mas nunca atingido o alto nível dos anos de formação. Fez mais de 100 jogos pela equipa principal e marcou por 26 vezes. No palmarés tem três ligas, uma taça, duas supertaças, duas Champions League, uma supertaça europeia e um mundial de clubes.

Com sucesso moderado no Barça, fez incursões em grandes clubes como Milan, Roma e Ajax, jogando e marcando mas sempre deixando a sensação de que poderia ser muito melhor. Sem surpresa, acabou por “descer de escalão” na alta roda do futebol jogando por Stoke City, Mainz e Alavés. Em 2019, passou a jogar na MLS, ao serviço dos canadianos do CF Montréal. Terminou nos japoneses do Vissel Kobe. Por Espanha, apenas um jogo. Em Albacete, jogou 25 minutos num 4-0 à Arménia.

Özil retira-se

Estava na Turquia

Francisco Chaveiro Reis
22
Mar23

Aos 34 anos, Mesut Özil, alemão de origem turca, pendurou as botas. Apesar de ter jogado por uma das melhores seleções e em grandes clubes, a carreira do médio ofensivo acaba com a ideia de que +poderia ter chegado muito mais longe. Nascido em Gelsenkirchen, Özil acabou a formação estreou-se como sénior pelo clube local, o histórico Shalke 04. Com Kurányi, Halil Altıntop, Lincoln ou Neuer, fez 23 jogos na estreia e ajudou a equipa a ser vice-campeã. Fez mais 16 jogos, mas a meio da época seguinte, mudou-se para o Werder Bremen em busca da titularidade, depois de se desentender com a direção do Shalke. Em Bremen tornou-se na estrela da equipa, fazendo 16 golos em 108 jogos. Em maio de 2009, fez o golo da vitória do Werder ante do Leverkusen que lhe valeu a Taça da Alemanha. No mesmo mês, chegou à final da Taça UEFA, perdendo-a para o Shakhtar Donetsk.

Como um dos médios mais interessantes da Europa, aos 22 anos chegou ao Real Madrid. Fez 159 jogos e marcou 17 vezes. Venceu um campeonato, uma taça e uma supertaça. Apesar do talento e de ser utilizado com frequência, Özil acabou por deixar Madrid. Seguiu-se o Arsenal, clube onde passou mais tempo e onde venceu quatro taças inglesas e uma supertaça. Apesar da grandeza do clube, o médio pertencia a uma equipa que lutasse pela Premier League e Champions League. Pelos Gunners, o camisola 11 marcou 33 golos e 184 jogos. Em 2019, liderou a equipa que chegou à final da Liga Europa, perdida para o Chelsea. O fim da sua estadia em Londres foi marcado pela polémica, que o acompanhou ao longo da carreira e o médio mudou-se para a Turquia.

Em 2020, juntou-se ao Fenerbahce, fazendo 382 jogos e 8 golos em duas épocas. Foi afastado do grupo e saiu mais cedo do que o previsto, tendo-se mudado para o Basaksehir onde também não cumpriu o contrato até fim.

Pela Alemanha, fez 92 jogos e 22 golos, sendo campeão do mundo em 2014. Esteve ainda nos Mundiais de 2010 e 2018 e nos Europeus de 2012 e 2016.