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Visão do Peão

Visão do Peão

Joaquin mais um ano

Quase a fazer 41 anos

Francisco Chaveiro Reis
06
Jul22

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Aos 40 anos (fará 41 ainda este mês), Joaquin renovou com o Bétis. O extremo internacional espanhol por 51 vezes vai assim para a sua oitava temporada consecutiva no clube de Sevilha (já lá tinha passado seis, no início da carreira). Joaquin, andaluz, estreou-se aos 19 anos pela equipa principal após ter passado pela formação e equipa B. Deixaria o Bétis em 2006 para jogar cinco épocas no Valência, duas no Málaga e outras duas na Fiorentina. O verão de 2015 marcou o seu regresso a “casa”. Aos 34 anos, não se esperava tal longevidade e Joaquin não faz parte do plantel apenas pelo seu carisma. Na época passada esteve em 36 jogos, marcando 2 golos e fazendo 4 assistências. Na final da Taça do Rei, entrou a tempo de jogar o tempo extra e de converter uma das grandes penalidades do desempate. Esta foi a terceira Taça do Rei do extremo, tendo vencido 2 pelo Bétis e uma pelo Valência.

Campeões na Europa

Real, em Espanha

Francisco Chaveiro Reis
30
Abr22

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Liderado por um Super-Benzema, o Real Madrid festejou no sábado o seu 35.º campeonato espanhol. Ao Real, bastava empatar com o Espanhol, mas deu goleada. Rodrygo fez os dois primeiros golos da festa. Asensio e Benzema (42 golos em 42 jogos) fizeram a outra metade. A quatro jogos do fim, o Real Madrid soma 25 vitórias, 6 empates e 3 derrotas. O Real é quem mais marcou até agora – 73 – e a segunda melhor defesa – 29. No top 5 de vitórias na prova, o Real continua a liderar com estas 35 conquistas seguido de Barcelona (26), Atlético (11), Athletic (8) e Valência (6).

Vem aí o melhor Auba

Gabonês chega a Camp Nou

Francisco Chaveiro Reis
04
Fev22

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Vai usar e camisola com o número 25 e quer ser tratado por Auba. Aos 32 anos, Pierre-Emerick Emiliano François Aubameyang está no topo da sua carreira e vai muito a tempo de passar uns anos como um dos melhores avançados do mundo. Auba nasceu em França, mas é internacional gambiano. Teve um percurso rico na formação: Nice, Laval, Rouen, Bastia e Milan e cimentou a sua carreira em França, jogando ao serviço de Dijon, Lille e Mónaco antes de três épocas no Saint-Étienne, com destaque para as duas últimas, nas quais marcou 39 golos.

Aos 25 anos, chegou à Bundesliga, juntando-se a Lewandowski, Reus, Mkhitaryan, Hummels ou Subotic no Dortmund. Passou lá quatro anos e meio e marcou 141 golos. Sem surpresa, chamou à atenção do melhor campeonato do mundo e juntou-se ao Arsenal, onde passou quatro épocas completas. Marcou 92 golos, mas mais uma vez, tal como na Alemanha, não enriqueceu muito o seu palmarés.

Chega agora a um dos maiores clubes do mundo, ainda maiores do que já representou e onde, apesar da concorrência do Real Madrid, terá oportunidade de vencer mais trofeus. Tem Xavi como novo treinador e uma série de jovens talentos como Nico, Gavi e Pedri prontos a servi-lo, bom como interessantes companheiros de ataque como Adama, Ferrán, Fati ou Memphis.

Koeman não soma, nem segue

Francisco Chaveiro Reis
17
Jan21

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Ronald Koeman, filho adotivo do Barcelona, continuará na história do gigante mundial, como jogador mas dificilmente será sequer uma nota de rodapé, como treinador. Ontem, guiou o Barcelona à derrota na final da Supertaça. Numa edição que contou com meias finais, o Barcelona deixou para trás a Real Sociedad mas no jogo de ontem, deixou-se empatar em cima dos 90´, para ser derrotado no tempo extra. Griezmann até colocou o Barça em vantagem, por duas vezes, mas De Marcos, Villalibre e Williams deram a terceira Supertaça da história do Athletic.