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Visão do Peão

Visão do Peão

Santos é o adversário de Abel na final

Francisco Chaveiro Reis
14
Jan21

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Depois do poderoso River Plate, caiu o poderoso Boca Juniors. A final da Liberta deste ano será brasileira e jogada no Brasil. O Palmeiras de São Paulo, treinado por Abel e o Santos, dos arredores de São Paulo, treinado por Jesualdo no início da caminhada, vão encontrar-se a 30 de janeiro, no mítico Maracanã, no Rio de Janeiro.

21 anos depois, o Palmeiras regressa à decisão da “Liga dos Campeões da América do Sul”. Com dois meses de trabalho, Abel Ferreira está a deixar a sua marca no Brasil, mesmo tendo uma presença muito mais discreta e menos publicitada do que Jorge Jesus, vencedor da última edição da prova. Em junho de 1999, o Deportivo Cali venceu a primeira mão da final, por 1-0, com golo de Bonilla. Na segunda, o Palmeiras venceu por 2-1, com golos de Evair e Oseas, contra Martin Zapata. Nas grandes penalidades, a equipa de Scolari venceria a prova. Eram os dias de Marcos, Júnior Baiano, Roque Júnior, César Sampaio, Zinho ou Paulo Nunes.

Já o Santos não ia a uma final da competição, desde que a venceu, em 2011. Na primeira mão, nulo, em Montevideu, ante do Peñarol. Em casa, vitória por 2-1, com golos da estrela maior, Neymar, e do defesa Danilo. Durval, na própria baliza, reduziu. Muricy Carvalho sentava-se no banco, a orientar uma equipa com Ganso, Elano ou Arouca, para além de Neymar e de jogadores com passagem por Portugal como Danilo, Leo, Alex Sandro ou Keirrison. Luis Aguiar, que passou por FCP, Braga ou Sporting, estava do outro lado. Antes, nos anos 60, mais duas vitórias santistas, sob a chancela do Rei Pelé, claro.

Em 1962, em três jogos, um total de 7-4, também ao Peñarol. Desses 7, Pelé e Coutinho, marcaram dois cada um. Béla Guttmann treinava os uruguaios. No ano seguinte, nova vitória. Em dois, jogos, um total de 5-3 ao Boca Juniors. Coutinho, marcou três golos, entre os dois jogos.