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Visão do Peão

PAOK mata o borrego em Dia de Páscoa

22.04.19, Francisco Chaveiro Reis

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No fim-de-semana em que a Juventus comemorou o oitavo campeonato consecutivo e o PSG se tornou bicampeão, o PAOK juntou-se ao grupo de campeões na Europa. Mas com uma nuance. O clube de Salónica não comemorava o título há 34 anos. O Panthessalonikeios Athlitikos Omilos Konstantinoupoliton, fundado em 1926, apesar de ter uma das bases de adeptos mais fanáticas, somou apenas o seu terceiro título de campeão. O clube que conta com o capitão Vieirinha, Sérgio Oliveira, com Misic, emprestado pelo Sporting e ainda com Varela, cabo-verdiano que passou várias épocas em Portugal, tem no seu palmarés, seis taças da Grécia.

 

O PAOK superou este ano o Olympiacos (tem 44 títulos) de Pedro Martins, tendo 77 pontos em 29 jogos. Entre as figuras, para além de Vieirinha (segunda época consecutiva depois de já lá ter passado três anos e meio) estão o guarda-redes Alex Paschalakis, José Angel Crespo, Dimitris Pelkas e José António Cañas. O sérvio Prijovic saiu a meio da época, deixando 18 golos marcados. Léo Jabá ainda marcou 7 e Karol Swiderski, 6.

 

Em 1956, foi inaugurado o mítico Estádio Toumba, que nem 30 mil pessoas leva mas cujo ambiente é um dos mais efusivos e barulhentos do mundo. Giorgos Koudas, estrela maior do universo PAOK, estreou-se em 1963 e jogaria 21 anos no clube. Com ele em campo, o PAOK venceu duas ligas e duas Taças. O médio fez 504 jogos e marcou 103 golos. 34 anos depois, a glória volta a Salónica.