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Visão do Peão

Neymar

06.06.19, Francisco Chaveiro Reis

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Neymar não jogará a Copa América, prova que seria muito importante para o avançado brasileiro. Jogada no Brasil, seria uma excelente oportunidade de Neymar capitanear uma equipa, que quer minimizar os estragos do Mundial 2014. Para o próprio, seria oportunidade de voltar a brilhar nos grandes palcos, depois de duas épocas “coxas” em Paris. E é verdade que se tornou num ídolo, marcou golos e venceu títulos, mas a sua passagem tem sido marcada por muitas ausências e parece ter interrompido a sua curva ascendente.

À ausência não será estranho o caso em que o jogador está envolvido. Acusado de violação, Neymar poderá não estar nas melhores condições psicológicas e o vice-presidente da CBF já tinha vindo a público defender a sua exclusão.

Jovem prodígio, das escolas do Santos, Neymar saltou para a Europa. Aos 22 anos passou a fazer um trio de ataque mortífero com Messi e Suarez. Foi uma parceria profícua e Neymar parecia estar a posicionar-se para ganhar a Bola de Ouro num futuro próximo. Mas a gula do PSG fez com que o avançado preferisse tornar-se na estrela incontestada e paga a peso de diamante do clube francês, por oposição a ser uma das estrelas do Barça. Desde o primeiro ano que se fala no regresso a Espanha. Primeiro, para o Real. Agora, para o Barça. Seria o melhor que aconteceria a Neymar. Aos 27 anos ainda pode dar muito ao futebol e limpar a imagem de piscineiro e pesetero.