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Visão do Peão

Espanhóis no Sporting

14.07.20, Francisco Chaveiro Reis

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António Adán e Pedro Porro são dois espanhóis a caminho do Sporting. Adán, guarda-redes veterano, é uma das opções para fazer concorrência a Luís Maximiano. Chegaria a custo zero, após experiências no Bétis ou Atlético Madrid. Já Porro, lateral direito que viria para concorrer com Ristovski e Camacho, seria emprestado pelo Manchester City e aos 20 anos, é uma incógnita, após ter feito 15 jogos pelo Valhadolid. Não seria de admirar que o também espanhol, com ligação ao City, Aleix Garcia, seja associado ao Sporting.

Estes rumores, são desculpa para lembrar os espanhóis que passara pelo Sporting. O primeiro de que me lembro é Toñito, médio ofensivo que em 1999, trocou Setúbal por Alvalade. Na primeira época, fez 35 jogos, marcou 1 golo e foi campeão. Emprestado ao Santa Clara em 2001-2002, não seria campeão de novo, mas deixou o Sporting com 59 jogos e 9 golos marcados. Terá sido o melhor espanhol a jogar de verde e branco. Robaina, vindo do Las Palmas, foi também campeão em 2000, mesmo que só tenha participado em 4 partidas. Em janeiro de 2007, chegou o avançado Koke, emprestado pelo Marselha. Marcou 3 golos em 7 jogos e seguiu viagem.

Na equipa B (onde no próximo ano deve estar o lateral Echedey, hoje nos sub-23), já esteve, em 2000-2001, o médio Nauzet.

Angulo, após uma vida no Valência, esperaria uma vida mais fácil em Portugal. 8 jogos e 0 golos depois, acabou a carreira, sem acabar a época. Em 2011-2012, chegaram os extremos Jeffren e Capel. O primeiro, amaldiçoado pelas lesões, pouco rendeu. Já Capel, numa altura em que os ídolos eram poucos, trouxe animação aos flancos, com as suas arrancadas à Futre. Com o subir de nível do plantel, acabou por sair. Fez 143 jogos e marcou 16 golos. No ano anterior, passou por cá, Zapater, médio defensivo, vindo do Génova. Depois de boas épocas no Saragoça, fez 34 jogos, mas não se fixou. Igualmente médio defensivo, Oriol Rosell, passou um ano em Alvalade, em 2014-2015, nunca fazendo grande sombra a William Carvalho.

Esta época, Jesé, antigo prodígio das escolas do Real Madrid, chegou por empréstimo do PSG. Se não deu que falar, como se esperava, fora dos relvados, mas dentro, também pouco fez. A pandemia, serviu para o devolver.