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Visão do Peão - 10 Anos

Visão do Peão - 10 Anos

Edmílson Pimenta

Cromos esquecidos da nossa caderneta

Outubro 02, 2023

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Edmilson Pimenta, avançado móvel, teve sucesso no Salgueiros, FCP e Sporting. Hoje, com 51 anos, iniciou a carreira em 1990, passando 4 anos no Brasil, entre Colatina e Democrata (jogou com Gilmar). Mudou-se para a Madeira no verão de 1993, para jogar na segunda divisão, pelo Nacional, juntando-se aos compatriotas Marcos Machado, Silvano, Luís Carlos, Márcio Florêncio, Roberto Carlos, Silvinho e Alcino. Marcou 4 golos e passou para o Porto, para uma época no Vidal Pinheiro. 1994-1995 foi um grande ano para Edmilson, marcando 15 golos (bis ao União da Madeira e hat-tricks a Tirsense e Estrela da Amadora) pelo Salgueiros, onde convivia com Vinha, Tulipa, Milovac, Luís Manuel ou Pedro Espinha. Sem surpresa, saltou para um grande, mudando-se para as Antas.

Teve impacto imediato no FCP, marcando 14 golos e assistindo para mais 7. Foi campeão com Drulovic, Domingos, Rui Barros, Emerson ou Paulinho Santos. Edmilson esteve ainda na Supertaça perdida para o Sporting e nas meias finais da Taça, com derrota ante do mesmo adversário. Na Liga dos Campeões, fez parte de uma campanha fraca que terminou na fase de grupos, atrás de Panathinaikos e Nantes. No segundo ano, 16 golos e mais 6 assistências. Venceu o campeonato e a Supertaça, marcando no 0-5 na Luz, na segunda mão. Voltou às meias da Taça, perdendo com o Benfica. Na Europa, chegou aos quartos da Liga dos Campeões, jogando os 90 minutos na histórica vitória por 2-3 em San Siro. Marcou ao Milan, num 1-1 no Porto e ao IFK, num 0-2 em Gotemburgo.

Em 1997, juntou-se ao PSG para meia época, com 18 participações e 0 golos. Fez parte do plantel que venceu Taça de França e Taça da Liga mas com Simone, Loko ou Maurice, não brilhou e regressou a Portugal. Chegou ao Sporting para usar a camisola 30, marcando 3 vezes em 11 jogos. No ano seguinte, já com a 10 nas costas, esteve em 26 jogos, marcando por 10 vezes. Delfim, Duscher, Simão ou Iordanov eram alguns dos seus colegas. A glória, de verde e branco, chegou com a conquista do ano seguinte. Marcou apenas 2 vezes, “sofrendo” com as presenças de Barbosa, De Franceschi, Ayew ou Mbo Mpenza mas juntou mais um título ao palmarés. As chegadas de Sá Pinto e de João Vieira Pinto não o ajudaram e ficou apenas mais meia época, fazendo mais 4 golos.

Na fase descendente da carreira, passou por Palmeiras e Colatina, no Brasil; regressou a Portugal para uma época no Portimonense; passou pelo Lyn, da Noruega; regressou mais uma vez ao Colatina; foi à Bélgica jogar pelo Visé; veio a Portugal defender o modesto Guilhabreu e regressou pela ultima vez, ao Colatina.

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