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Visão do Peão

Craques da bola, 41

08.03.20, Francisco Chaveiro Reis

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Aos 51 anos, Oliver Bierhoff é diretor desportivo da seleção alemã. Para trás, deixou uma carreira plena de golos e títulos, por vários clubes e pela equipa nacional, à qual “deu” o Euro 1996.

Oliver estrou-se como sénior no seu país natal onde marcou apenas 10 golos, entre 1986 e 1990, ao serviço de Bayer Uerdingen, Hamburgo e Borussia Mönchengladbach. Não mais voltaria e seria no estrangeiro, principalmente em Itália que o seu génio goleador se revelaria. Começou a dar nas vistas na Áustria, com 23 golos em 32 jogos pelo Austria Salzburgo e transferiu-se para o Ascoli.

Depois de 2 golos na época de estreia, na segunda, marcou 20. Seguiram-se mais 17 e mais 9, antes de subir um pouco na hierarquia do Calcio e juntar-se à Udinese, aos 28 anos. Marcou 17 golos e foi chamado à seleção. Já campeão da Europa, teve que passar mais duas épocas em Udine, marcando mais 44 golos. Só em 1998, chegou ao Milan, o maior clube que representou.

Aterrou em San Siro já com a experiência dos 30 anos e com a concorrência de Weah e Ganz, marcou 22 golos e foi campeão. Seria o seu único título por um clube e o segundo e último da sua carreira. Ficou mais duas épocas em Milão, marcando mais 23 golos e convivendo com craques como Maldini, Costacurta, Albertini, Boban ou Leonardo.

Ainda passou um ano (4 golos) no Mónaco, treinado por Deschamps e ao lado de Simone, Nonda, Giuly, Răducioiu ou Jugovic mas regressou a Itália, para acabar a carreira no Chievo, com 7 golos e com o clube de Verona a ficar na sétima posição.

Pela sua seleção, 70 jogos (só começou a ser chamado em 1996) e 37 golos. O mais famoso foi no prolongamento da final do Euro 1996, em Wembley, o golo da vitória contra a República Checa. Este ainda no Euro 2000 e nos Mundiais de 1998 e 2002.

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