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Visão do Peão

Visão do Peão

César Brito

Cromos esquecidos da nossa caderneta

Francisco Chaveiro Reis
01
Ago23

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Nasceu na Covilhã, onde começou e acabou a carreira. Pelo meio, muitos golos por Benfica, Portimonense ou Belenenses. Hoje com 58 anos, César Brito, avançado, internacional por 14 vezes, com 2 golos (a Países Baixos e Finlândia), começou a jogar pelo Barco, antes de chegar ao Sporting da sua Covilhã natal. Em 1984-1985, 16 golos na segunda divisão ao lado de Nelinho, Toninho, Penteado ou Joanito. De 1985 a 1987, 5 golos pelo Benfica, prejudicado pela concorrência de Manniche, Águas, Waldo, Nené, Chiquinho Carlos ou Zivkovic. Nesses dois anos, um campeonato, duas taças e uma supertaça. Seguiu-se um empréstimo de dois anos ao Portimonense, onde fez 14 golos com Forbs, Skoda, Vado ou Nilvado. Mais duas épocas na Luz e mais 14 golos, com Brito a marcar 7 golos por ano, em quatro épocas seguidas.

Em 1990, vendo do banco as boas exibições de Paneira, Magnusson, Pacheco, Valdo ou Thern, ajudou a vencer a supertaça e jogou cerca de meia hora na final da Liga dos Campeões, perdida para o Milan. No segundo ano da sua segunda, estadia, novo campeonato. Em 1991-1992 a melhor épica com o Benfica, fazendo 13 golos. Sem títulos, Brito fez muitas vezes trio com Yuran e Pacheco. No ano seguinte, apenas 3 jogos. Faria mais dois anos, marcando apenas mais dois golos. Em 1995, chegou a Belém para mais 9 golos, com Youssef Fertout. Catanha, Calila, Chiquinho Conde ou Pacheco, ex-companheiro no Benfica, ficavam no banco. Em 1996, aterrou em Salamanca para se juntar a uma pequena seleção do futebol português dos anos anteriores: Ivkovic, Torres, Serôdio, Afonso, Taira, Giovanella, Agostinho, Catanha e Pauleta. Brito só jogou duas vezes, mas o Salamanca subiu. Na primeira divisão espanhola, 7 golos, já com a ajuda de Stelea, Lanna ou Silvani. Seguiu-se o Mérida e o regresso à Covilhã, terminando a carreira aos 35 anos.