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Visão do Peão

Bruno

29.01.20, Francisco Chaveiro Reis

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Depois de brilhar na Udinese, ao lado de Di Natale, Bruno Fernandes, naqueles negócios que eu não entendo em Itália, acabou emprestado à Sampdória. Deu-se bem com a camisa 10 do histórico clube de Génova e chamou à atenção do Sporting. Bruno de Carvalho pagou 9 milhões pelo seu passe e Jorge Jesus tirou o melhor do médio. Fez 56 jogos e marcou 16 golos, na estreia. Jogava a 8 e mostrava ser mais eficiente no golo do que Adrien, que se pensava ser muito dificil de substituir. Venceu uma Taça da Liga mas no fim da época, aconteceu Alcochete e Bruno bateu com a porta. Terá sido tentado pelo Benfica mas recusou tudo e acabou por regressar a Alvalade. Muitos nunca lhe perdoaram ter rescindido e passaram a vê-lo como alguém que só regressou por ainda mais dinheiro do que já recebia. Mas dentro de campo, tornou-se capitão e o melhor jogador do plantel. No segundo ano de Sporting, venceu uma Taça da Liga e uma Taça de Portugal. Melhor, quebrou o recorde e tonrou-se no médio mais goleador de sempre do futebol europeu, numa só época. Em 53 partidas, 32 golos. Esta, a equipa estava muito pior e o Bruno foi tentando ser o seu farol. Ainda marcou 15 golos em 28 partidas. Deixa o Sporting, com um lucro considerável que será uma tábua de salvação financeira e em dois anos e meio foi o melhor jogador do clube e da liga portuguesa, tendo ganho três títulos, marcado 63 golos e oferencendo outros 50 em 137 jogos.