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Visão do Peão

Visão do Peão

adidas e Alemanha

Um casamento feliz que acaba

Francisco Chaveiro Reis
03
Jun24

Numa altura em que está anunciada a separação da Alemanha com a Nike é hora de lembrar o belissimo trabalho que a marca alemã adidas fez para a Deutscher Fussbal-Bund. 

Equipamentos principais 

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A despedida será em grande. Mais uma vez, depois de alguns anos, literalmente a preto e branco, regressaram as cores da bandeira, desta vez nos ombros, num padrão que faz lembrar 1994. Esta será uma parceria dificil de esquecer. 

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Em 1996, apareceu aquela que é a minha camisola favorita. Simples mas cheia de pormenores de classe, foi com ela que a Alemanha foi campeã europeia no velho Wembley, com dois golos de Bierhoff. Predominanteente branca, a camisola tinha um subtil padrão. O logo da adidas estava centrado e à esquerda, um escudo preto tinha o símbolo da Federação e trÊs etsrelas, cada uma com uma das cores da bandeira. O amarelo e vermelho apareciam também no colorainho e mangas. Foi com ela que Sammer, Ziege, Scholl, Strunz, Eilts ou Kuntz deram nas vistas. 

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Em 1994, a Alemanha não fez grande coisa nos EUA (ficou-se pelos quartos ante da Bulgária, também muito bem vestida pela Bulgária) mas usou aquele que será o seu equipamento mais mítico. Das cores da bandeira nasceram uma espécie de diamantes usadas por Klinsmann, Hassler, Moller, Buchwald ou Berthold. 

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Dois anos depois, com a sub marca adidas Equipment, responsável por outros modelos memoráveis para o Bayern de Munique, por exemplo, a Alemanha foi à Suécia para chegar à final do Euro. Perdeu para a Dinamarca mas o equipamento ficou na história. 

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Em 1990, a Alemanha usou esta obra prima para ir à Itália vencer o Mundial. O uso das três cores da bandeira alemã, em padrões originais deu origem aos mais bonitos equipamentos da seleção, até 1994. Littbarski, Voller, Klinsmann, Augenthaler ou Matthäus foram alguns dos campeões de então. Em 2018, o equipamento teria um remake. A Alemanha não passou da fase de grupos do Mundial da Rússia. 

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AVS sobe

Portimonense desce

Francisco Chaveiro Reis
03
Jun24

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O AVS venceu o play-off e sobe à primeira divisão, enquanto que o Portimonese desce. O AVS, em posição de subida direta maior parte da época, acbou por fraquejar no fim da época e ficou em terceiro, apurando-se para esta eliminatória. No sábado passado, em Portimão, o AVS vencera por 1-2, com golos de Anthony Correira e Benny contra golo de Jorge Teixeira, na própria baliza. Ontem, novo 2-1, na Vila das Aves. Mercado e novamente Benny marcaram para os da casa e Carrillo reduziu, nos descontos.

O AVS, sedeado na Vila das Aves é uma espécie de fusão entre o antigo Desportivo das Aves e o Vilafranquense. Foi até agora treinado por Jorge Costa, de saída para um cargo de direção no FC Porto do seu coração e conta com Nenê, como grande estrela. Aos 40 anos, o brasileiro, melhor marcador da primeira divisão pelo Nacional, em 2009 antes de rumar ao Calcio onde fez uma bela carreira no Cagliari, Hellas Verona, Spezia e Bari, marcando quase 60 golos. Benny, médio ofensivo formado no FCP; Lucca, médio defensivo que já passou pelo Farense e Clayton Machado, jogador mais utilizado, defesa, são outras figuras da equipa.

Já o Portimonense parecia talhado para uma época bem melhor, tendo um orçamento interessante, um treinador de qualidade como Paulo Sérgio e para jogadores de qualidade como Carlinhos, Hildeberto ou Relvas. A época correu mal mas de certeza que será um adversário temível na segunda divisão.

 

Reforços

3 garantidos e mais a caminho

Francisco Chaveiro Reis
03
Jun24

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Kovacevic, guarda-redes bósnio, ex-Rakow (cerca de 6 milhões de euros)

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Debast, defesa central belga, ex-Anderlecht (cerca de 17 milhões)

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Ionnidis, avançado grego, ex-Panathinaikos (cerca de 17 milhões)

Sub-17 na final

Reviravolta contra a Sérvia

Francisco Chaveiro Reis
02
Jun24

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Portugal está na final do Europeu de sub-17. Portugal parecia afastado da final na primeira parte, ao estar a perder 2-0 no intervalo, com golos de Cvetkovic e de Eduardo Felicíssimo, na própria baliza. O primeiro golo português surgiu a meia hora do fim, com autogolo de Damjanovic. Rodrigo Mora, estrela da companhia e melhor marcador da prova, fez o 2-2 a cerca de dois minutos do fim e João Trovisco, nos descontos, fez o golo da vitória. Na final, há encontro marcado com a Itália. Portugal venceu o seu grupo, batendo Espanha e goleando Inglaterra, tendo perdido com França. Nos quartos, venceu a Polónia.