Estrela 0 Sporting 3
Líder passa na Amadora
Gyokeres (2) e Quenda.
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Gyokeres (2) e Quenda.


Depois de Alisson Santos, o Sporting, a cerca de dois meses do fim da época já prepara a próxima e estará muito perto de fechar a chegada do lateral-direito internacional grego Georgios Vagiannidis, do Panathinaikos, por pouco menos do que 10 milhões de euros e do médio defensivo internacional georgiano Giorgi Kochorashvili, cujo passe deixará cerca de 6 milhões de euros no Levante.
O rumor é fresco, mas faz sonhar os adeptos do futebol. Cristiano Ronaldo poderia assinar um compromisso de curta duração com o Inter de Miami, defendendo o clube no Mundial que se avizinha. Ronaldo seria, pela primeira vez, da mesma equipa do que Messi, além de partilhar o 11 com outros craques como Suarez, Busquets ou Alba. Vamos a isso?
Marcou o penalty decisivo na vitória brasileira no Tetra e jogou em Itália, Alemanha e Japão. Falo, claro, de Dunga.
Carlos Caetano Bledorn Verri nasceu há 61 anos no sul do Brasil. Começou a carreira no Inter de Porto Alegre, depois de se formar por lá. Fez apenas 22 jogos e 1 golo, mas mostrou logo as características que o acompanhariam: garra e agressividade. Venceu dois campeonatos gaúchos antes de ser contratado pelo Corinthians para 61 partidas e convívio com Casagrande, Serginho Chulapa ou Biro-Biro. Passou ainda pelo Santos onde voltou a jogar com Serginho e encontrou os jovens Kazu Miura e César Sampaio. Antes de rumar à Europa, jogou ainda pelo Vasco da Gama, vencendo um campeonato carioca. Donato, Mazinho, Romário ou Roberto Dinamite eram alguns dos colegas de então.
Em 1987, aos 24 anos, estreou-se na Europa, pela porta do Pisa. Fez 29 jogos e 3 golos numa equipa sem grande história e sem surpresa mudou-se para um clube de maior cartel, no caso, a Fiorentina de Borgonovo e Baggio.
Em quatro anos, mais de 150 jogos, sem títulos. Em 1990, chegou à final da Taça UEFA, perdendo por 3-2 no agregado das duas mãos, ante da Juventus de Rui Barros. Marius Lacatus, Diego Fuser, Renato Buso ou Stefano Pioli foram outros dos seus colegas nos Viola, além de Batistuta que se estreou na época em que Dunga se despediu de Florença.

Passou mais um ano no Calcio, defendendo o Pescara, onde foi colega de Max Allegri e de novo de Borgonovo.

Em 1993 passou a jogar pelos alemães do Estugarda. Guido Buchwald, Thomas Berthold, Thomas Strunz ou Adrian Knup eram alguns dos seus colegas. Fez 28 jogos e 4 golos e o clube ficou no 7.º lugar da Bundesliga antes de ir ao Mundial de 1994. Fez mais uma época, já com Bobic e Élber.
Campeão do mundo e já com 31 anos, juntou-se ao malogrado Totò Schillaci no Jubilo Iwata, do Japão. Fez 127 jogos e marcou 17 vezes, sendo campeão em 1997.
Regressou ao Brasil e ao Internacional, para acabar a carreira, encontrando Lúcio, que seria campeão mundial em 2002 ou Christian, que passou por Estoril, Estrela da Amadora e Farense antes de chegar ao PSG e à seleção. Dunga reformou-se aos 36 anos.

Pelo Brasil, 91 jogos e 6 golos, além daquele mítico penalty em 1994, que deu o Mundial. Dunga, camisola era então o camisa 8, dividindo o meio campo com outros dois trabalhadores como ele, Mazinho e Mauro Silva e atrás dos artistas Raí, Bebeto e Romário. Pelo Escrete, venceu ainda o Sul Americano de sub-20 (1983), Mundial de sub-20 (1983), Torneio Pré-Olímpico (1984), Copa América (1989 e 1997) e Taça das Confederações (1997).

Esteve nos Mundiais de 1990, 1994 e 1998; nos Jogos Olímpicos de 1984 e em quatro Copas América. Privou com os génios Ronaldo, Ronaldinho, Rivaldo, Leonardo, Valdo, Alex, Cafu, Roberto Carlos ou Branco.
De 2006 a 2016 foi treinador passando pela seleção e pelo Inter. Pelo Brasil, venceu uma Copa América, uma Taça das Confederações e um Superclássico das Américas. Pelo Inter, foi campeão gaucho.


Noite dura para o Brasil, goleado por 4-1 na Argentina (mesmo sem Messi). Os argentinos, campeões do mundo, já se qualificaram para o próximo Mundial, onde vão defender o título, enquanto que os canarinhos estão a 10 pontos da equipa de Scaloni, ocupando um modesto quarto lugar na fase de apuramento da América do Sul. Julian Alvarez e Enzo Fernandez fizeram o 2-0, aos 12 aminutos, antes de Matheus Cunha reduzir. Antes do intervalo, MacAllister fez o terceiro e na segunda parte, Giuliano, filho de Simeone, carimbou a goleada.
A Argentina continua em grande, sólida e vai aos poucos introduzindo novas mais valias como Giuliano Simeone, Facundo Medinda ou Nico Paz. Já o Brasil continua longe de honrar a sua história, com exibições muito pobres. Uma solução europeia para o banco, como o em tempos falado Ancelotti ou mesmo Jesus seria muito bem vinda, ou a conquista do quinto título mundial será cada vez mais uma miragem.
Se a matéria prima faltou em alguns anos, agora, com Vini, Rodrygo, Raphinha, Bruno Guimarães ou Marquinhos em forma é dificil entender tão maus resultados.

Portugal está na Final Four da Liga das Nações, onde defrontará a anfitriã Alemanha nas meias finais. O outro jogo será disputado entre França e Espanha. Ontem, em Alvalade, Portugal superou a Dinamarca por 5-2, anulando o 0-1 da primeira mão. Francisco Trincão, vindo do banco, marcou dois bons golos e ainda foi decisivo no golo de Gonçalo Ramos, com uma grande desmarcação para Diogo Jota.
Como em Copenhaga, correu mal a entrada em jogo. Martinez apostou em Leão e Conceição nas alas, altamente inconsequentes e ignorou mais uma vez, Trincão e Quenda. Ronaldo voltou a jogar fora da área e do jogo. Bem organizada, a Dinamarca esteve bem melhor na primeira parte. Ainda assim, já depois de um penalty falhado por Ronaldo, foi Portugal a marcar primeiro. Andersen saltou mais alto do que o colega do centro da defesa e fez o 1-0. No abrir da segunda parte, o justo 1-1, por Rasmus Kristensen e já depois de Ronaldo ter marcado, Eriksen fez o 2-2 (erro infantil de Dias) que colocava Portugal fora da prova.
Do banco veio a salvação, na forma de Trincão, extremo em grande forma que marcou dois golões e ainda esteve no 5-2. Com ele de início, o sofrimento teria sido menor e não haveria necessidade de tempo extra, aposto. Quenda, mesmo num jogo assim, continua a não ser chamado.
Nos outros jogos, a França venceu a Croácia por 2-0, empatado a eliminatória e só nas grandes penalidades seguiu em frente, tal como a Espanha, que empatou a 2 com os Países Baixos e só se apurou nos penalties. A Alemanha deixou-se empatar a 3 com a Itália, depois de ter chegado ao 3-0, mas valeu a vitória da primeira mão.

O 1-0 dinamarquês só pecou por ser curto ante de uma seleção portuguesa sem atitude nem ideias. Parece impossível ter jogadores em campo como Neves, Vitinha, Fernandes ou Ronaldo e ainda assim ser completamente banal. Mais impossível é querer coroar a banalidade com um empate a zero e apostar em defesas e médios defensivos, ignorando extremos em grande forma, da equipa que lidera o campeonato. Uma tristeza na estreia de Pedro Proença e do horrível equipamento alternativo.

É um clube muito amado, sempre com o estádio cheio, mas que desilude os seus adeptos ano após ano. No sábado, a família do Newcastle finalmente teve razões para festejar: venceu a Taça da Liga ao Liverpool (melhor equipa inglesa do momento), conquistando o seu primeiro troféu desde 1969. Nesse ano, os magpies venceram a Taça das Cidades com Feira (prova avó da Liga Europa) ante dos hungaros do Újpest FC num agregado de 6-2. Internamente, a seca durava desde 1955! Em Wembley, Burn, adepto fervoroso do clube desde sempre, fez o primeiro golo da final. O segundo golo do 2-1 final foi de Isak, a atual estrela da companhia e o melhor avançado do Newcastle desde a lenda, Shearer. Que o sucesso continue.

Defesa goleador, figura histórica de Espanha e do Real Madrid, com passagem pela Premier League. Falo do grande Fernando Hierro.

Nasceu na zona de Málaga, há 57 anos, e foi por lá que fez formação. A estreia como sénior seria já no Valhadolid, onde esteve entre 1987 e 1989. Aos 20 anos assumiu-se como titular, jogando na defesa com o irmão, Manolo. Nesses dois anos, o clube foi oitavo e quinto na liga espanhola e em 1989 chegou mesmo à final da Taça do Rei. Em Madrid, no estádio do Atlético, 1-0 para o Real Madrid, clube onde Hierro passaria os próximos 14 anos da sua vida, com grande sucesso.

Chegou no verão de 1989 e integrou-se na perfeição, começando uma dupla de aço com Sanchis. Fez 7 golos em 46 jogos e ajudou a vencer a liga e a supertaça. Tal como no ano anterior, perdeu a final da Taça, desta vez, para o Barcelona. A equipa contava então com homens como Ruggeri, Schuster, Michel, Butragueno ou Hugo Sanchez. No segundo ano, com Chendo também na defesa, mais 7 golos e apenas um trofeu, a supertaça, na vingança contra o Barça. A um 0-1 em Camp Nou, seguiu-se um 4-1 em casa. A terceiro ano, já com Milla, Luis Enrique, Hagi ou Ricardo Rocha, dois factos espantosos: o Real não ganhou nada e o defesa central Hierro, de 24 anos, marcou 26 golos, sendo o melhor marcador da equipa. Na sua quarta época em Madrid, mais 18 espantosos golos, o convívio com Zamorano e Prosinecki e mais uma Taça do Rei. Em 1993-1994, já com Alkorta também na defesa e com o jovem avançado Alfonso a despontar, marcou mais 12 vezes e voltou a não ser campeão, vencendo, ainda assim, a Supertaça, ao Barcelona.

Em 1994-1995 voltou a número mais normais de golos (7) e finalmente voltou a ser campeão, sob a orientação de Jorge Valdano. Redondo, Amavisca ou Laudrup (ex-Barça) eram as caras novas do onze. No ano seguinte, zero títulos e o aparecimento de Raul como titular e melhor marcador da equipa. Hierro fez mais 9 golos. Com Capello no banco e com Panucci, Roberto Carlos, Seedorf, Mijatovic ou Suker no 11, o Real venceu mais um campeonato e Hierro fez mais 8 golos na época. Já com Jupp Heynckes, 1997-1998 seria ano de regressar à conquista europeia. 32 anos depois, o Real venceu a Liga dos Campeões, após bater a Juventus por 1-0, em Amsterdão, com golo de Mijatovic. O Real ainda venceu a supertaça local e Hierro fez mais 6 golos. No ano seguinte continuou a dança de treinadores (Hierro deve ter perdido a conta de técnicos que viu no banco do Real) , mas em dezembro de 1998, o Real venceu a Intercontinental. No 2-1 ao Vasco da Gama, em Tóquio, Raul decidiu. Em 2000, no Stade de France, com Hierro a sair do banco na final, 3-0 ao Valência e mais uma Liga dos Campeões. Casillas, Karanka, McManaman, Sávio, Morientes ou Anelka eram alguns dos seus colegas de então.

Viveu depois a era galáctica, recebendo Figo, Zidane ou Ronaldo e vendo outros como Michel Salgado ou Guti crescerem. Venceu mais duas ligas espanholas, uma Liga dos Campeões, uma supertaça europeia e uma Intercontinental.

Fez 601 jogos pelo Real Madrid, marcando 127 golos e vencendo 15 títulos, 6 deles europeus ou mundiais. É o sétimo jogador da história do Real com mais jogos.

Seguiu a carreira no Catar, vencendo a Taça do Emir. Reformou-se aos 37 anos após uma época no Bolton, ao lado de Diouf, Okocha, Nolan ou N´Gotty.

Por Espanha, 29 golos em 89 partidas, tendo falhado os anos de ouro com os títulos europeus e mundiais a partir de 2008. Esteve nos Mundiais de 1990, 1994, 1998 e 2002 e nos Euros de 1996 e 2000.


Médio centro italiano com apetência para marcar golos e sobrenome de craque, Dino Baggio é um herói esquecido. Nascido há 53 anos, perto de Pádua, foi em Turim que se estreou como sénior. Defendeu o Torino, de 1989 a 1991, fazendo mais de 30 jogos ao lado de Lentini. Em 1991-1992 foi emprestado ao Inter e apesar de se assumir como titular, nada venceu e não ficou. Eram os tempos de Klinsmann, Berti, Matthäus ou Brehme.

Em 1992, fixou-se na Juventus, onde na primeira época venceu a Taça UEFA. Na final, enfrentou o Borussia Dortmund. Na primeira mão, 1-3, com um golo seu e dois de Roberto Baggio (não há relação familiar). Na segunda, 3-0 e um bis. Ravanelli, Di Canio, Moller ou Carrera eram seus colegas. Na segunda e última época no Delli Alpi, perdeu espaço para Conte ou Di Livio e rumou a Parma.
Pelo Parma, seis belas épocas, com 240 jogos e 27 golos. Em 1994-1995, 12 golos em 49 jogos e a conquista da Taça UEFA. Na primeira mão da final, 1-0 à Juventus, com um golo seu. Na segunda mão, 1-1, com mais um golo.
Em 1998 e 1999, mais títulos. Com Crespo, Chiesa e Verón, venceu a Taça de Itália, à Fiorentina e a Taça UEFA, ao Marselha. Ainda em 1999, venceu a Supertaça de Itália, ante do Milan.
Em 2000, juntou-se à Lázio apanhando a equipa numa fase em que deixou, aos poucos, de ser a super-equipa que vencera tudo. Ainda apanhou craques como Salas, Piojo Lopez ou Nedved e reencontrou outros como Crespo ou Ravanelli, mas já não conquistou nada. Passou ainda por Blackburn Rovers, Ancona (encontrou um jovem Pandev e um Jardel a decair), Triestina e Tombolo.
Pela seleção, foi vice-campeão mundial em 1994. Fez 7 jogos em 60 jogos e esteve ainda nos JO de 1992, Euro 1996 e Mundial de 1998. Em 1992, ajudou a vencer o Euro de sub-21, orientado por Cesare Maldini.