Adeptos na última jornada
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O jogo da final da Liga dos Campeões entre Manchester City e Chelsea será jogada, pela primeira vez na história, no Porto, no Estádio do Dragão. Esta é a quarta final da prova em Portugal e a segunda consecutiva no nosso país. No passado, Coman assinou a vitória do Bayern de Munique por 1-0 ante do PSG. Em 2014, no mesmo Estádio da Luz, houve derby de Madrid com vitória do Real Madrid sobre o Atlético por 1-4. Em 1997, foi o Jamor a ver a vitória do Celtic diante do Inter, por 2-1.
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O primeiro lugar está decidido, mas as duas jornadas que restam do campeonato não deixam de ter bastante atrativos. O Sporting quererá manter a invencibilidade e continuará a procurar a vitória, mesmo que possa rodar um pouco a equipa. André Paulo, terceiro guarda-redes, terá minutos e é provável que jogue em casa, na última jornada. O Sporting quererá ainda ajudar Pedro Gonçalves a vencer o título de melhor marcador e manter a marca de melhor defesa.
A luta pelo segundo lugar e pela entrada direta na Liga dos Campeões também não está fechada. O Benfica tem ainda possibilidades matemáticas de chegar lá mesmo que depende dos fracassos do FCP, que não tem facilitado. Assim, é quase certo que FCP, SLB, Braga e Paços ocupem os lugares do 2.º ao 5.º, por esta ordem.
O sexto lugar e a possibilidade de jogar a Liga Europa é, neste momento, do Vitória, mas a equipa de Guimarães tem Moreirense, Santa Clara e B-SAD a morder-lhe os calcanhares e qualquer destas equipas ainda pode ficar entre o 6.º e o 9.º.
Depois, há a infame luta pela despromoção. Nacional e Farense ainda podem escapar, mas ocupam as duas últimas posições. O 16.º é, neste momento do Boavista mas Rio Ave, Marítimo, Famalicão e Portimonense não estão ainda a salvo apesar da minha aposta ser na descida direta de Nacional e Farense e na ida do Boavista ao playoff de salvação.
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Dezanove anos depois, o Sporting é campeão nacional, após ter vencido o Boavista por 1-0, com golo de Paulinho, novo herói leonino. Sem derrotas em 32 jornadas, o Sporting foi a melhor equipa de um campeonato atípico e onde, no início, parecia partir em quarto na corrida. Ruben Amorim é, sem dúvida, o maior obreiro do título, mas, em campo, os destaques foram Adán, Palhinha, Gonçalves, Santos e, sobretudo, o grande capitão Coates.