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Visão do Peão

Holanda humilha Portugal. 0-3 na Suíça.

por Francisco Chaveiro Reis, em 27.03.18

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Portugueses na América

por Francisco Chaveiro Reis, em 26.03.18

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No fim dos anos 60 nasceu a North American Soccer League, que teve alguma força até aos anos 80 e por onde passaram glórias portuguesas como Eusébio ou Simões. António Simões jogou pelos Boston Minutemen, San Jose Earthquakes, New Jersey Americans e Dallas Tornado e Eusébio atuou pelos Boston Minutemen, Las Vegas Quicksilvers e New Jersey Americans.

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Depois de cerca de dez anos sem uma liga reconhecida pela FIFA, nasceu, em 1996 a novíssima MLS. Esta nova versão revista e melhorada tem atraído vários portugueses nos últimos anos.

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Na mais recente encarnação da liga americana, com melhor organização, vários portugueses têm tentado a sorte. Em 2014, o defesa Rafael Ramos trocou as camadas jovens do Benfica pelo Orlando City. Hoje atua pelos Chicago Fire. Nuno André Coelho, hoje no Chaves, fez, em 2016, 24 jogos pelo Sporting Kansas City, marcando um golo. Curiosamente foi nesse clube que Collin, francês que passou pelo Setúbal, se notabilizou. A defesa leva 7 anos de futebol nos EUA. Em 2016 e 2017, João Meira, jogou pelos Chicago Fire, somando quase 60 jogos.

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Atualmente, para além de Ramos, a MLS conta com o extremo Pedro Santos, que ainda ontem marcou pelo Columbus Crew. João Moutinho, lateral formado no Sporting é titular do Los Angeles FC. Gerso Fernandes, luso-guineense, vai no segundo ano na MLS, ao serviço do Sporting Kansas City, após ter representado clubes como Belenenses ou Estoril.

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No sentido inverso, também alguns americanos jogaram em Portugal. O Sporting contou com Garza na sua equipa de juniores. O defesa defende o Atlanta United após cinco anos no México. O Sporting teve também nas suas fileiras, Kirovski, internacional A pelos EUA e Oguchi, centralão que fez uma boa época. Pelo Estoril e Arouca, jogou o rápido avançado Tony Taylor. O central Palmer-Brown fez boa figura no FCP B mas regressou ao seu país.

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No próximo ano, André Horta será companheiro de Ibrahimovic nos LA Galaxy onde já mora João Pedro, médio que representou o Guimarães.

Ronaldo bisa de cabeça depois dos 90 e dá vitória a Portugal. Hoje há encontro com Dost.

por Francisco Chaveiro Reis, em 26.03.18

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Dybala e Icardi fora do Mundial?

por Francisco Chaveiro Reis, em 23.03.18

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Peças essenciais nas suas equipas, Dybala (Juventus) e Icardi (Inter), correm o risco de não serem chamados para o Mundial da Rússia. A razão parece risível. O seu desempenho na seleção não é o mesmo do que nos clubes. Numa equipa que tem Messi esse é um argumento que parece fazer pouco sentido. Dybala, que pode ser segundo avançado ou mesmo jogar nas alas, leva 21 golos esta época e será em breve um dos melhores jogadores do mundo. Já Icardi, leva 22 golos e a meu ver é um 9 mais completo e letal do que Higuaín, ainda para mais com Messi a ajudá-lo.

Sampaoli deve levar ao Mundial os guarda-redes Romero (United), Caballero (Chelsea) e Guzman (Tigres), mesmo que os “ingleses” sejam suplentes. Para a defesa a quatro, Sampaoli aposta em homens ofensivos. Acuna (Sporting) e Salvio (Benfica) são fortes hipóteses. Mercado (Sevilha) e Tagliafico (Ajax) devem fechar o lote. No centro, Funes Mori (Everton), Rojo (United), Otamendi (City) e Fazio (Roma) devem ser os escolhidos.

No meio, Biglia (Milan), Paredes (Zenit) e Mascherano (H. Fortune) devem ser chamados para defender e Lo Celso e Di María (PSG) e Banega (Sevilha) devem ser chamados para criar jogo.

No ataque, Messi (Barcelona), Aguero (City) e Higuaín (Juventus) têm lugar reservado. Acredito que se juntem a eles Pavón (Boca Juniors). As duas vagas finais podem ser preenchidas por Perotti (Roma) e Acosta (Racing), caso Sampaoli considere que os “italianos” não têm mesmo lugar.

Portugal apresenta colecção Nike para 2018-2010

por Francisco Chaveiro Reis, em 20.03.18

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Depois da conquista do seu primeiro título europeu, em França, há dois anos, Portugal vai viajar para a Rússia este verão como Rei da Europa e vai fazê-lo usando uma coleção condizente com o seu novo estatuto real. O equipamento principal da Seleção Nacional, apresenta-se num design classicamente português com pormenores em dourado que simbolizam a sua conquista histórica.

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“A coleção é inspirada pela conquista de há dois anos”, refere Pete Hoppins, diretor de design da Nike Football. “A realeza moderna é o que se destaca no equipamento. Desde Luís Figo a Cristiano Ronaldo, Portugal tem um número considerável de jogadores icónicos que lideraram e uniram a equipa ao longo do tempo”.

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Mas se há jogador que encaixa no tema desta coleção da realeza moderna, é o capitão português, cujos recordes, resiliência em campo e capacidade de liderança inspiram a admiração dos seus colegas e compatriotas.

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“Ronaldo é o herói português”, explica Hoppins. “Nós queremos contar a história do rei moderno do futebol que lidera a sua equipa”.

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Ronaldo pode permanecer como rei, mas a emergência de novos jogadores como João Mário, André Silva e Gelson Martins mantém o futuro do futebol português brilhante.

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“Com o equipamento principal, celebramos o presente de Portugal, com o alternativo, o futuro”, afirma Hoppins. “Portugal é um país de descobertas e isso estende-se à sua paixão e atitude em relação ao futebol”.

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O equipamento alternativo aponta a esta busca constante por novos talentos, através de símbolos da sua história marítima.O equipamento de treino (pré-match) dá sequência às temáticas poderosas, apresentando uma grande cruz portuguesa, retirada da bandeira nacional, que domina a parte da frente da camisola. O conjunto do equipamento envia a mensagem de que o país está desejoso de mais sucesso.

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A coleção da Seleção Portuguesa de Futebol, que inclui uma grande variedade de produtos de treino e lifestyle, vai estar disponível a partir do dia 23 de março em Nike.com e em lojas selecionadas. O equipamento alternativo vai estar disponível a partir do dia 26 de abril.

 

37 golos em época de crise

por Francisco Chaveiro Reis, em 19.03.18

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O Ronaldo pós-30 anos é assim. Começa a época a meio gás e vai crescendo até acabar em grande. No ano passado foi assim e neste também está a ser. Ontem, fez 4 golos ao Girona no 6-3 do Real e soma já 23 golos em 22 jogos. Na Liga dos Campeões tem 12 golos em 8 jogos. No total, contando ainda com Mundial de Clubes e Taça de Espanha, leva 37 golos em 35 jogos. Nada mau para uma época de crise. O seu rival de sempre, por exemplo, leva 35 golos em 44 jogos. 

Mário Rui e Luís Neto na selecção

por Francisco Chaveiro Reis, em 19.03.18

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Mário Rui (Nápoles) e Luís Neto (Fenerbahce) foram chamados por Fernando Santos para o lugar dos lesionados Fábio Coentrão (Sporting) e Ruben Dias (Benfica). Se por um lado acho que Ruben Dias deve marcar presença na Rússia e pode até ser titular ao lado de Pepe, creio que Coentrão não deve ir ao Mundial. Apesar de ser sportinguista e de admirar o lateral e a recuperação que tem feito esta época, a verdade é que a sua condição física tem que ser muitissimo bem gerida e não é a mais adequada para um torneio curto e intenso onde se joga de dois em dois dias. Nesse sentido escolheroa sempre Mário Rui e Raphael Guerreiro. 

Gelson e Dost vencem o Rio Ave

por Francisco Chaveiro Reis, em 19.03.18

 

 

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O Sporting venceu o Rio Ave ontem à noite, diante de mais de 42 mil espetadores que resistiram à chuva, e mantem-se no terceiro posto, a 3 pontos do Benfica e a 5 do FCP, que também venceram. Jesus contou com um onze forte, sem baixas, algo que já não acontecia há algumas semanas. O Sporting entrou muito bem e dominou o jogo, mesmo tendo pela frente uma grande equipa, recheada de bons jogodores. O defesa Nadjack, que fez toda a faixa direita, terá sido o forasteiro em maior destaque. Em noite de muitos golos falhados apenas Gelson e Dost, uma vez cada um, acertaram com a baliza de Cássio.

Wendel já se estreou pelo Sporting

por Francisco Chaveiro Reis, em 18.03.18

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Parecia um replay da semana passada. André Silva saltou do banco para dar a vitória ao Milan.

por Francisco Chaveiro Reis, em 18.03.18

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Quartos de final da Liga dos Campeões

por Francisco Chaveiro Reis, em 16.03.18

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Sevilha-Bayern Munique

Juventus-Real Madrid

Liverpool-Manchester City

Battaglia foi o herói de Plzen. Sporting nos quartos da Liga Europa conhece hoje adversário que pode ser Atlético, Arsenal ou Lázio.

por Francisco Chaveiro Reis, em 16.03.18

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Fernando Santos chama Rolando, Coentrão, Ruben Dias e Ruben Neves

por Francisco Chaveiro Reis, em 15.03.18

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Todos os convocados:

Guarda-redes: Rui Patrício, Anthony Lopes e Beto;

Defesas: Cédric, João Cancelo, Bruno Alves, José Fonte, Rolando, Rúben Dias, Fábio Coentrão e Raphael Guerreiro;

Médios: William Carvalho, Ruben Neves, Adrien Silva, João Moutinho, André Gomes, João Mário, Bruno Fernandes e Manuel Fernandes;

Avançados: Gelson Martins, Bernardo Silva, Ricardo Quaresma. Gonçalo Guedes, Cristiano Ronaldo e André Silva.

United eliminado em casa

por Francisco Chaveiro Reis, em 14.03.18

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O Manchester United de José Mourinho, mesmo fazendo alinhar jogadores caríssimos como Lukaku, Pogba, Martial ou Mata foi eliminado em casa, pelo Sevilha, muito menos rico e muito menos experiente na competição. Depois do nulo em Sevilha, o resultado era igual aos 74 minutos, altura em que Ben Yedder, vindo do banco, fez o 0-1. Quatro minutos depois, o francês de origem tunisina, bisou e deixou o United fora dos quartos da Champions. Lukaku ainda reduziu mas só a vitória chegava ao Manchester, que nem sequer empatar conseguiu. Afastado do título, Mourinho voltou a desiludir os seus fãs. Montella soma e segue. No outro jogo, Dzeko fez o único golo e a Roma afastou o Shaktar de Paulo Fonseca.

Os equipamentos de Portugal de 1997 até hoje

por Francisco Chaveiro Reis, em 13.03.18

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Mítico equipamento Adidas para os júniores. Jorge Costa e Abel Xavier celebram o Mundial em Lisboa.

 

A ligação entre a Nike e Portugal leva já 21 anos. A Nike vestiu Portugal no seu momento de maior destaque: a conquista do Euro 2016 e já tinha vestido a equipa que chegara à final do Euro 2004. Com a apresentação dos novos equipamentos quase a acontecer é tempo de retrospetiva.

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Luís Figo conduz a bola no jogo decisivo contra a Rep. Irlanda que apuraria Portugal para o Euro 96.

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Sousa, Couto e Tavares celebram um golo português no Euro 1996. 

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Primeiro equipamento Nike para Portugal, na qualificação falhada para o Mundial de 1998. 

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Camisola azul para Portugal, feita em 1997. Rara.

Depois de uma ligação à Adidas, com a qual venceu dois Campeonatos do Mundo de Juniores, Portugal vestiu a marca nacional Olympic até 1996. Uso-a no Euro de Inglaterra e nos Jogos Olímpicos. Eram modelos bonitos mas uma selecção com Figo, Paulo Sousa e Rui Costa era apetecível. Em 1997 passou a vestir Nike, na fase qualificação para o Mundial 1998. O bonito equipamento apresentou um vermelho mais escuro, pormenores de verde na camisola e deu grande importância ao dourado. Portugal falharia a presença no Mundial 1998, na França, estreando-se de Nike apenas em 2000, na Holanda e na Bélgica, onde chegou às meias-finais. O primeiro equipamento alternativo não seria branco, como a maioria dos seguintes mas sim um raríssimo azul e verde.

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Nuno Gomes foi a figura portuguesa no Euro 2000.

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Equipamento que Portugal deveria ter usado no França´98.

 

Apesar de falhar a presença no Mundial, Portugal ganhou em 1998, um novo equipamento que usaria até às vésperas do Euro 2000, esse onde Portugal marcou três grandes golos à Inglaterra e venceu 3-2, recuperando de uma desvantagem. O tal penalty de Abel Xavier, convertido por Zidane privaria Portugal da final. O equipamento alternativo era branco, num modelo igual ao do principal.

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O açor Pauleta celebra um dos seus três golos à Polónia. A goleada não chegou, após duas derrotas.

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Ronaldo Fenómeno. O mesmo modelo, mais cor e mais alegria no Oriente.

 

Em 2002, provavelmente o equipamento mais feio da Nike para Portugal e uma participação banal no Mundial da Coreia e do Japão. Venceria o Brasil, com o mesmo modelo do que Portugal mas obviamente com as suas cores.

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O adolescente Ronaldo, ainda sem o 7, após perder a final na Luz

 

Em 2004, ano grande em Portugal. Com dez estádios a brilhar, Portugal, a jogar bom futebol chegou à final, pela primeira vez na sua história. A Nike fez um equipamento com um vermelho mais vivo e alegre que só esbarrou na final com a Grécia.

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Ronaldo usa um dos equipamentos mais raros feitos para Portugal pela Nike.

 

Em 2005, um equipamento especial, uma espécie de terceiro equipamento. Ao jeito Stromp, uma camisola branca e azul, dividida ao meio.

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Figo, asset da Nike, num dos seus últimos jogos por Portugal.

 

Em 2006, os calções passaram a ser também vermelhos e o tom geral do equipamento tornou-se mais escuro. Uma espécie de nó de marinheiro dourada adornava o equipamento. Portugal seria o quarto classificado do Mundial da Alemanha.

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Quaresma enverga o primeiro equipamento preto, num particular.

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Meireles, Alves e Pepe na promoção do equipamento preto "vulcânico".

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Ronaldo, em Alvalade, a usar a última versão do equipamento preto, aqui com detalhes verdes e vermelhos.

 

Em 2007, o primeiro equipamento preto para Portugal. Seria repetido, com nuances, em 2013 e 2015.

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Ronaldo ganha a corrida a Nihat, então estrela maior da Turquia

 

Em 2008, equipamento de cor única, mais claro e com design simples mas bonito. Portugal caiu nos quartos, contra a Alemanha, após ter vencido o seu grupo.

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Ronaldo enfrenta Juan em mais um Mundial que não correu bem a Portugal.

 

Em ano de Mundial, mais uma desilusão. A Nike fez um equipamento com calções brancos e com uma lista verde a imitar a rede de pesca dos portugueses. No Mundial da África do Sul, Portugal passou em segundo no grupo, após um 7-0 à Coreia do Norte e caiu nos oitavos com a campeã Espanha.

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Mais um momento de tristeza para Ronaldo num Euro. Espanha barrou o acesso português à final.

 

Em 2012, na ida à Áustria e à Suíça, modelo simples, de gola redonda e a fazer lembrar o de quatro anos antes. O equipamento alternativo apresentava a Cruz de Cristo, em vermelho e verde. Portugal cairia contra Espanha, desta vez, nos penaltys.

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Pepe na goleada sofrida na estreia no Brasil. A Alemanha seria a campeã.

 

Em 2014, novo mundial, nova desilusão. Portugal ficou-se pela fase de grupos mas vestiu bem. No Brasil apresentou-se com uma camisola listada com tons diferentes de vermelho. Portugal despediu-se com uma derrota, um empate e uma vitória.

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Gola, swoosh e calção azuis nesta obra-prima da Nike.

 

Também em 2014 surgiu uma camisola branca, com pormenores azuis que considero a mais bonita de sempre da Nike para a selecção portuguesa.

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Éder remata para o golo mais importante da história do futebol português

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Adrien enverga o equipamento alternativo nas meias contra o País de Gales.

 

Por fim, 2016. Um equipamento mais justo, com mangas de um vermelho mais escuro. Já se sabe é o melhor equipamento Nike de sempre para Portugal porque com ele, fomos campeões da Europa pela primeira. O mesmo aconteceria no futsal, já este ano, com o mesmo modelo. O equipamento alternativo, num verde pálido foi também uma grande criação. 

Dost regressa e dá vitória ao Sporting em Chaves

por Francisco Chaveiro Reis, em 13.03.18

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O Sporting venceu o Chaves por 1-2, com dois golos do bem regressado Bas Dost e está a 3 pontos do Benfica e 5 do FCP, tendo legítimas esperanças de chegar, pelo menos, ao segundo posto. Com Fernandes e Acuña castigados e Coentrão engripado, Jesus apostou em Patrício, Battaglia, Coates, Mathieu e César; Gelson, Misic, William e Ribeiro; Bryan e Montero. César lesionou-se muito cedo e Lumor foi chamado a fazer o jogo quase todo. Dost e Palhinha também entraram. Ante de um adversário tradicionalmente dificil o Sprting foi sempre superior pesem embora as boas defesas de Patrício e as boas exibições de Davidson, Bressan ou William. Do lado do Sporting, destaque para Dost, letal e para Ribeiro e Bryan, seus fieis escudeiros. Lumor e Misic mostraram bons pormenores mas estiveram sempre tímidos. O melhor mesmo terá sido Battaglia, a fazer grande jogo na lateral direita e a oferecer o segundo golo a Dost. 

Nike comemora o seu 20.º aniversário com o Barcelona com vídeo único

por Francisco Chaveiro Reis, em 12.03.18

 

Diz o mais recente comunicado da Nike que "The Ball Makes Us More celebra a relação especial entre o FC Barcelona – o coração da cidade e parceiro da Nike desde 1998 – e os seus adeptos. A cultura lendária do clube tem impacto ao redor do mundo. O brasileiro Philippe Coutinho, que se juntou ao Barça em janeiro, assume que "admira o clube e a forma como a equipa joga há muito tempo". A avançada holandesa Lieke Martens, membro do FC Barcelona Femení e Jogadora FIFA do Ano, refere: "a paixão pelo clube dentro da cidade é algo de que te apercebes de imediato". Esta paixão ressonante é também uma inspiração para os membros mais antigos. “Como jogadores estamos conscientes da nossa responsabilidade para com os adeptos e a cidade; fazemos tudo o que podemos para trazer sucessos para o clube, ganhar títulos e fazê-los felizes”, refere Andrés Iniesta que o ano passado assinou um contrato vitalício com o clube. Para além de Iniesta, Coutinho e Martens, “The Ball Make Us Plus” destaca também alguns dos maiores nomes da história do FC Barcelona, incluindo os atuais jogadores Gerard Piqué, Sergio Busquets, Sergi Roberto, Ousmane Dembélé, Samuel Umtiti, Denis Suárez, Paulinho e Alexia Putellas, bem como as lendas Carles Puyol, Ronaldinho, Pep Guardiola e o falecido Johan Cruyff.

 

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É, pois, tempo de recordar a relação frutuosa entre a Nike e o Barcelona. Nestes 20 anos, a Nike vestiu alguns dos maiores craques do mundo, a começar por Messi (patrocinado pela Adidas e cujas camisolas têm sido Nike a carreira toda) e acabando em Ronaldinho Gaúcho, sem esquecer Ibrahimovic, Figo, Kluivert, Rivaldo e claro, os homens da casa: Valdes, Piqué, Puyol, Iniesta ou Xavi. O Barcelona vestiu Kappa de 1992 a 1998 (último modelo acima), tendo a parceria resultado em camisolas muito bonitas. Mas 1998-1999 marcou a diferença. Nesse ano, a Nike afirmou-se, escurecendo os calções e as meias (era moda na altura) e apresentando uma bela camisola com gola em V e como swoosh ao centro. Vejamos alguns dos equipamentos mais emblemáticos saídos da parceria. 

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O primeiro equipamento Nike do Barcelona em 1998-1999 com Figo como capitão. As meias e os calções eram de um azul mais escuro do que o azul das listas, algo novo. O símbolo do clube e da marca passaram para o centro.

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No mesmo ano, a Nike percebeu que poderia apostar na diferença nos equipamentos alternativos, apresentando uma camisola prateada. 

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Na época seguinte, o Barcelona comemorou cem anos e a Nike fez uma camisola comemorativa. Provavelmente a mais bonita da parceria até hoje. Aqui, Kluivert comemora um dos seus 120 golos pelo Barcelona, envergando a mítica camisola, reeditada há poucos anos. 

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Com menos espaço para inovar nos equipamentos principais, a criatividade da Nike começou a medir-se mais pelos alternativos como este dourado claro, usado entre 2001 e 2003 e este azul escuro com uma lista diagonal usado entre 2003 e 2005, aqui envergados por Ronaldinho, estrela maior da altura. Foi com a primeira que Messi se estreou pela equipa principal do Barcelona. 

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Caberia ao Barcelona fabricar, em 2006-2007, a primeira camisola do clube, com patrocínio. Para habituar os adeptos à ideia, a marca representada, até 2011 foi a Unicef. 

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No ano seguinte, as camisolas - principal e esta, alternativa - tinham um símbolo adornado com a comemoração dos 50 anos do Camp Nou, mítico estádio do Barça. 

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No ano seguinte, Messi vestiria a camisola 10 (usara antes a 19) pela primeira vez. O Barcelona venceria a Liga dos Campeões e o baixinho até marcaria...de cabeça na final. Nesse ano, a Nike "mexeu" com as riscas tradicionais e arriscando mais do que 2006-2007 dividiu a camisola em duas, ao jeito Stromp.

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Em 2009-2010, o Barcelona usou uma camisola especial Nike apenas no Troféu Joan Gamper,fundador do Barcelona. A camisola azul, com pormenores cor de vinho, laranja e azul claro tinha a inscrição Més (do lema Més que un club) e foi a primeira usada pelo reforço Ibrahimovic. Guardiola ainda treinava o Barcelona e o adversário foi o City, onde Pep está hoje. 

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Em 2011-2012, o Barcelona voltou a mexer nas listas tradicionais. Fê-las mais finas. Em 2012-2013, fez uma única lista, ao jeito do Ajax. 2011 ficaria na história do clube pelo uso de um patrocínio que não benemérito. A Qatar Foundation andou duas épocas nas camisolas até se chegar à Qatar Airlines.

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No ano seguinte, mais uma novidade. A gola virou amarela, algo já tentado em 2010-2011. 

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Nessa época, pela primeira vez, indo ao encontro do espírito regionalista, a Nike fez um equipamento com a bandeira da região. Seria usada duas épocas.

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Em 2015-2016, a Nike "chocou" os fãs. Depois de inovar nas listas, desta feita fez delas, horizontais. O equipamento alternativo tinha a frente amarela mas as costas mantinham a bandeira catalã.

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Para esta época, a 20.ª com a Nike, o Barcelona tem um equipamento com listas finas, como em 2011-2012 e apresenta pela primeira vez o patrocínio Rakuten.  Feitas as contas, o Barcelona venceu, vestindo Nike: 3 Mundiais de Clubes; 4 Champions League, 3 Supertaças Europeias; 9 Ligas Espanholas e 5 Taças de Espanha. 

 

 

A questão central e os 23

por Francisco Chaveiro Reis, em 12.03.18

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O campeão europeu vai ao Mundial da Rússia com um plantel, com boas opções para quase todas as posições à exceção de uma: os defesas centrais. Se por exemplo, a direita da defesa está repleta de boas opções como Cédric (Southampton), Cancelo (Inter), Semedo (Barcelona) ou Ricardo (FC Porto), o centro parece estar desguarnecido. Vejamos. Em 2016, Santos viajou com Pepe, Fonte, Alves e Carvalho, todos já veteranos. Pepe está a fazer boa época na Turquia e aos 35 anos deve mesmo ser opção para a Rússia. Carvalho, retirado, já não viajará, de certeza. Alves, aos 36 anos, fez apenas 18 jogos pelo Glasgow Rangers na modesta liga escocesa e a sua ida causa-me apreensão. O mesmo se passa com Fonte. Aos 34 anos fez apenas 8 jogos pelo West Ham e mudou-se para a China. Sem ritmo e numa liga inferior, não me parece a melhor opção. Mas quem poderá sê-la? Ruben Dias, jovem do Benfica, perfila-se como séria opção. Aos 20 anos tem 20 jogos pela equipa A e 4 golos marcados. Jogou nas competições europeias e mostra qualidades. E os outros dois? Para mim, tendo em conta que William e Danilo podem assumir o centro da defesa, tendo em conta a crise na posição, apostaria em apenas três homens, libertando espaço para mais um avançado. A opção mais segura para terceiro central seria Luís Neto. Aos 29 anos atua pelo Fenerbahçe, somando 15 jogos na Turquia. É parte habitual das convocatórias. Quem mais anda por aí? Da geração seguinte, contamos com talentos tremidos como Semedo (Villareal), Oliveira (Eibar), Tobias (Forest) ou Roderick (Wolves). O mais promissor de todos, Ilori (Reading) tem passado ao lado de uma grande carreira. Apenas Ié (Lille) e Rolando (Marselha) podem fazer alguma sombra a Neto. Com apenas três centrais, seria possível levar Quaresma, Ronaldo, Gelson e Guedes mas também Jota, estrela da segunda divisão inglesa.

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Os meus escolhidos seriam:

Patrício, Sporting;

Beto, Goztepe;

Lopes, Lyon;

Cancelo, Inter (a fazer época melhor do que Semedo);

Guerreiro, Dortmund;

Rui, Nápoles (a fazer boa época. Levar Coentrão para uma competição curta é arriscado);

Pepe, Besiktas;

Neto, Fenerbahce;

Dias, Benfica;

William, Sporting;

Danilo, FCP;

Fernandes, Sporting;

Mário, West Ham;

Moutinho, Mónaco;

Fernandes, Lokomotiv;

Quaresma, Besiktas;

Jota, Wolves;

Guedes, Valência;

Ronaldo, Real Madrid;

Gelson, Sporting;

Silva, Milan.

 

 

Wolves continua a liderar

por Francisco Chaveiro Reis, em 12.03.18

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Já aqui escrevi sobre o Wolves de Nuno Espírito Santo. Confesso que não esperava que o português tomasse de assalto a competitiva e longa segunda divisão inglesa mas a verdade é que, jogadas 36 partidas, o Wolves é líder, conta com 23 vitórias, é o segundo melhor ataque e a segunda melhor defesa e tem o avançado Diogo Jota como figura, ele que já leva 14 golos na época, mais dois do que Léo Bonatini. Tudo indica que o Wolves entre diretamente para a Premier League 2018-201. PS: Escrevo este post no fim de uma jornada em que o Wolverhampton perdeu por 4-1 com o Aston Villa mas isso não apaga o mérito de Nuno. 

Derrota do FCP motiva Sporting desfalcado

por Francisco Chaveiro Reis, em 12.03.18

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Com a derrota do FCP ontem, em Paços de Ferreira, o campeonato pode estar relançado e o Sporting pode voltar a sonhar uma vez que está a três pontos do Benfica, equipa que ainda recebe e FCP e Benfica ainda jogam entre si. Para isso ser possível é obrigatório vencer em Chaves, um terreno sempre difícil. Mesmo sem Coentrão, Acuña e Fernandes, o Sporting tem obrigação de tudo fazer para procurar a vitória. Jesus deve apostar em Patrício na baliza, com a defesa a manter Coates e Mathieu mas a ganhar novos laterais. Com Piccini lesionado e Ristovski em condições médias, o Sporting deve voltar a pedir a Battaglia que faça a ala, repousando o macedónio para a Liga Europa. Na esquerda, é possível que apareça Bruno César, sendo que a presença de Lumor também não será de estranhar. No meio-campo, Gelson e William estão certos. William deve jogar a 8, fazendo as vezes de Fernandes entrando Palhinha ou Misic para 6. Pelo conhecimento que tem da equipa, aposto no jovem português. Na esquerda, sem Acuña, a opção natural é Bryan. Aposto em Ribeiro atrás de Montero, para começar e na entrada de Dost para ganhar ritmo. Se o Sporting vencer, fica a três pontos do Benfica e a cinco do líder. Ainda é possível, pelo menos o segundo posto. Na primeira volta houve goleado por 5-1, com três golos de Dost e dois de Acuña.

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