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Visão do Peão

Visão do Peão

Pedro Barbosa

05
Set17

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Numa equipa com um meio que destruia - Delfim, Vidigal e Duscher - era Pedro Barbosa que fazia as vezes de construtor de jogo, ao mesmo tempo que era o extremo que jogava pela direita. Foi essencial na conquista desse campeonato 1999/2000 e venceu mais quatro títulos nacionais. Na última época falhou a conquista da Taça UEFA naquela que seria uma despedida perfeita. O camisola 8 (até começou por usar a 23) ficou na história pela qualidade imensa e pelos golos de outro mundo que marcava, 

Pedro Barbosa nasceu há 47 anos em Gondomar. Depois de jogar pelo Rio Tinto, não admira que tenha chamado a atenção do FC Porto. Não se fixou. Passou pelo Freamunde antes de chegar a Guimarães em 1991. Jogou quatro épocas e teve companheiros como Paulo Bento, Quim Machado, Quim Berto, João Oliveira Pinto, Dimas ou Agostinho. Desceu para Lisboa em 1995 e na primeira época impressionou logo: 35 jogos e 15 golos. Ficou em terceiro lugar no campeonato mas ajudaria a vencer a Supertaça. Ficou em Alvalade até acabar a carreira, em 2004/2005 e curiosamente, no ano de despedida, fez 45 partidas, mais do que em qualquer outra época. Tinha 34 anos e ajudou o Sporting a chegar à final da Taça UEFA, no seu estádio. Teria sido o fim perfeito da sua carreira. Despediu-se com dois campeonatos, duas supertaças e uma taça. Fez uma partida no Euro 1996 e esteve no plantel no Mundial 2002. Nunca teve uma carreira de destaque na seleção apesar da grande qualidade. É bem verdade que teve Figo ou Sérgio Conceição à frente mas tanto na seleção como na falta do salto para uma liga mais competitiva, fica a sensação que poderia ter ido muito longe. É que poucos têm a sua técnica. Foi ainda diretor desportivo mas essa fase, não foi, de todo, marcante. 

Hazard estreia as novas Mercurial Vapor Flyknit

05
Set17

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A estrela do Chelsea, Eden Hazard, está de volta aos treinos e o seu regresso, há muito aguardado coincide com a estreia das novas Nike Mercurial Ultra Flyknit Vapor. Esta circunstância é curiosa dado que a evolução das Nike Mercurial tem sempre acompanhado os momentos altos da carreira de Hazard. “Eu joguei com as Mercurial durante 15 anos, e têm sido sempre boas. Nunca houve uma cor de que não tenha gostado”, diz o belga. “Na verdade, não tenho tido muitos momentos maus ao longo da minha carreira – apenas boas memórias.”

 

 

Obrigado Adrien

05
Set17

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Mesmo não havendo ainda decisão oficial da FIFA, dificilmente Adrien voltará ao Sporting. O antigo capitão, no limite, treinará com o plantel do Leicester até janeiro mas a esperança é que possa começar já a competir. Para trás fica uma vida ao serviço do Sporting. Nascido em França há 28 anos, filho de pai português e mãe francesa, o médio deu os primeiros paços nas escolas do Bordeús antes do pai ter uma prposta de trabalho e regressar a Portugal. Adrien teve que se adaptar à vida em Arcos de Valdevez e dessa adatação fez parte a sua passagem pelo Paçô. Aos 13 anos, mudou-se para Lisboa e para o Sporting, onde ficou até ao fim de agosto de 2017, com interrupções para jogar por empréstimo no Maccabi Haifa e Académica. Em 2012/2013 fixou-se no plantel e tornou-se titularíssimo e capitão. Pelo Sporting nunca foi campeão, vencendo três Supertaças e duas Taças de Portugal. Nos seus tempos de Sporting, foi ainda campeão da Europa por Portugal. Venceu ainda uma Taça de Portugal pela Académica (contra o Sporting) e uma liga israelita. Fez mais de 230 partidas pelo Sporting. Obrigado Adrien e boa sorte.