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Visão do Peão

Ancelotti despedido do Bayern

28.09.17, Francisco Chaveiro Reis

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Surpresa em Munique. Carlo Ancelotti já não é treinador do Bayern, clube pelo qual é campeão em título. A derrota de ontem (0-3 com o PSG) não será suficiente para justificar a saída do italiano que nunca pôs a equipa a jogar um furtebol tão vistoso como o quer era jogado nos tempos de Guardiola. Ancelotti, que estava a cumprir apenas a sua segunda época na Baviera, vencera, para além da Bundesliga, duas Supertaças. Ancelotti, que foi um médio de topo do futebol italiano (Roma e Milan), deu nas vistas na Reggina, Parma e Juventus antes de se juntar ao Milan, onde venceu duas Ligas dos Campeões, duas Supertaças da Europa, um Mundial de Clubes, uma liga italiana, uma Taça de Itália e uma Supertaça. Seguiu-se o Chelsea onde venceu um campeonato, uma taça e uma supertaça. Antes de aterrar em Munique, passou por Paris (uma liga francesa) e por Madrid, onde não foi campeão mas venceu mais um Mundial de Clubes e mais uma Liga dos Campeões. Para onde irá agora Carletto? E quem será o novo treinador do gigante alemão? Para já, Willy Sagnol, antiga glória e adjunto de Ancelotti, assume a equipa. 

Marcas míticas - Diadora

28.09.17, Francisco Chaveiro Reis

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Para mim, a Diadora será sempre a marca que calçou George Weah, o meu jogador favorito de sempre. Nos seus anos em Milão, o liberiano usou botas da marca italiana, verdes e vermelhas. A Diadora foi fundada em Caerano di San Marco, Itália. Foi muito popular nos anos 80 e 90 e em 2009, já com menos fama, foi adquirida pela Geox.

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Hoje em dia, a Diadora veste equipas modestas como Guaraní (Paraguai), Nordsjælland (Dinamarca) ou Viking (Noruega) mas já vestiu a poderosa Itália, inclusive no Mundial 1994, na qual a equipa chegou à final. Provavelmente por influência de Weah, a Diadora chegou a vestir também a Libéria.

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Em termos de jogadores, muitos foram os que calçaram botas Diadora, para além de Weah. Vialli ou Baggio, super-craques italianos foram também embaixadores da marca.

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Em Portugal, a marca patrocinou o Boavista, durante oito anos (1992-200), sendo campeão já na fase Puma.

Grande exibição

28.09.17, Francisco Chaveiro Reis

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O Sporting perdeu 0-1 em Alvalade mas fez grande exibição ante de um dos colossos do futebol mundial. Nenhum sportinguista se pode declarar feliz pela derrota, mesmo que alguns pensassem que o resultado seria uma goleada, mas nenhum sportinguista se pode declarar insatisfeito com a equipa. O Sporting entrou em campo, cauteloso mas sem medo do adversário. Mathieu mostrou toda a sua qualidade ante da antiga equipa e esteve imperial a marcar Messi e a sair a jogar. Exibição quase igual teve Battaglia. Foram claramente os melhores da equipa, seguidos de perto por Patrício, William e Fernandes. Menos bem do que o costume estiveram Gelson e Acuña. O Barcelona apresentou-se a passo, controlando o jogo e trocando a bola com qualidade mas não fez as exibições fulgurantes a que nos habituou. A pior equipa em campo foi mesmo a de arbitragem, com claríssimo duplo critério disciplinar. 

Marcas míticas - Lotto

26.09.17, Francisco Chaveiro Reis

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Inicio hoje uma nova rúbrica sobre marcas desportivas míticas. Não começo com as mais conhecidas Adidas ou Nike nem tão pouco com as “defuntas” Olympic ou Admiral. Começo pelos italianos da Lotto, que nos seus tempos áureos vestiram o AC Milan e calçaram os maiores craques da liga italiana.

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A Lotto em 1973 em Treviso, fundado pela família Caberlotto, mais tarde, proprietária do clube da terra. Começou por comercializar produtos para ténis antes de chegar ao futebol. Nos anos 80, a marca cresceu exponencialmente e começou a patrocinar gigantes como Zoff ou Gullit e a vestir equipas como Milan ou Juventus.

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Na memória ficam as botas pretas com o símbolo da Lotto a verde vivo, apesar de existirem também com o símbolo a branco. Mais tarde, para o Mundial 1998, a Lotto lançou uma coleção garrida, que homens como Seedorf usaram. Nos anos 2000, Luca Toni foi a “cara” da marca.

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Em termos de equipas, o super-Milan dos anos 90 foi a equipa de maior destaque que jogava com equipamentos Lotto. Em 1993-1994, o Milan deixou a Adidas e começou a vestir Lotto. Só regressaria à marca alemã em 1998-1999.

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Em 2000-2001, começou a vestir a Juventus. A ligação durou até 2003-2004.

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Entre 1992 e 1997, também a Holanda vestiu Lotto.

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Hoje em dia, as equipas vestidas pelo Lotto são mais modestas: Génova, Corunha, Sochaux, Mainz, Hoffenheim ou a seleção da Bósnia.

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Por Portugal, a Lotto apenas vestiu o Belenenses em de 2002 a 2005. 

Valeri já vai nos 20 golos

26.09.17, Francisco Chaveiro Reis

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O ZeroZero lembra hoje Valeri, médio argentino que pouca história fez no FC Porto. Desde 2013 a jogar na MLS, pelos Portland Timbers, Valeri, agora mais ofensivo tem sido goleador, ao ponto deste ano já levar 20 golos na competição e ser o seu melhor marcador, à frente de craques como David Villa. Valeri, hoje com 31 anos, começou a carreira no Lánus, onde cumpriu três épocas antes de chegar ao Dragão. Fez 23 partidas, não marcou qualquer golo e não deixou saudades. Jogou ainda pelo Almeria, de Espanha, antes de regressar ao "seu" Lanús. É agora imigrante de sucesso. É estrela numa equipa que não tem grandes pergaminhos e onde há poucos nomes conhecidos. O nigeriano Fanendo Adi e e Dairon, filho de Asprilla, serão os outros pontos de interesse. 

Sporting perde pontos

24.09.17, Francisco Chaveiro Reis

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O Sporting perdeu os primeiros pontos na liga portuguesa e ocupa agora o segundo lugar, a dois pontos do FC Porto, com o Benfica já a três pontos, no terceiro posto. Nas vésperas de um ciclo infernal - Barcelona, FC Porto e Juventus - o Sporting acusou algum cansaço e não conseguiu mais do que empatar em Moreira de Cónegos. Rafael Costa marcou um grande golo, em cima do intervalo e um autogolo deu o empate ao Sporting. Alan, hoje crucificado na imprensa, esteve abaixo das necessidades e Dost voltou a não marcar. 

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