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Visão do Peão

Pobre Milan

22.04.16, Francisco Chaveiro Reis

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Aprendi a gostar do Milan nos anos 90 quando via os jogos do Calcio na TVI, às 19h45 de domingo. Era uma equipa de grande classe. A seguir ao Sporting, é o meu clube de eleição. O que se tem vindo a passar nos últimos anos enche-me de tristeza. Ontem, os rossoneri desceram mais uns furos. Para contradizer a má sorte, fizeram o haka. Que ato desadequado e de desespero. O haka pertence à seleção de rugby da Nova Zelândia e nenhum sentido faz em Itália (terá sido uma manobra publicitária...). Além disso, empatar 0-0 com o modestíssimo Carpi é um vergonha que não advém da falta de sorte mas sim da falta de competência.

Parma volta aos campeonatos profissionais

20.04.16, Francisco Chaveiro Reis

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O histórico Parma, falido e enviado para a Série D, está de volta aos campeonatos profissionais após um ano de tormenta. Venceu o Delta Rovigo por 2-1 e garantiu a subida à Série C. O atual Parma 1913 cosneguiu uma campanha brilhante com 25 vitórios e 10 empates. Nas bancadas teve uma média de 8 mil fieis espetadores. Por falar em fidelidade, Nevio Scala, treinador lendário do clube é o seu presidente; Luigi Apolloni, que jogou doze anos no Parma é o seu treinador e Lucaralli, capitão, aceitou cair da Série A para a D. Uma história de sobrevivência.

Passado e presente dos estádios do Euro

19.04.16, Francisco Chaveiro Reis

Daqui a menos de dois meses, começa a rolar a bola em França. Teremos mais uma grande competição de futebol sedeada naquele país após o Euro 84 e o Mundial 98, ambos ganhos pela equipa da casa, com Platini e Zidane, respetivamente, como líderes. Do Mundial 38 nem se fala, tão longe que já vai.

Sempre que se realiza uma prova destas, há estádios novos. Deslizes financeiros à parte, fica a beleza e modernidade dos estádios que se estreiam e a nostalgia pelos velhos. Há 12 anos, em Portugal, despedimo-nos do Estádio das Antas, para nascer o Dragão; de Alvalade para dar lugar ao Alvalade XXI e da antiga Luz para dar lugar à nova. Conheçamos então os estádios franceses que ficaram pelo caminho e os que já foram estreados.

Marselha – O mítico Velódrome não foi abaixo mas foi coberto, perdendo o seu design icónico. Inaugurado em 1937, o estádio do sul de França sofreu obras em 1984 e 1998. Em outubro de 2014 as últimas obras ficaram concluídas passando a lotação para mais de 67 mil espetadores, todos cobertos. O atual OM não merece a grandiosidade da sua casa, mas lá voltará, espera-se. A verdade é que o antigo Velódrome viu o Marselha ser campeão da Europa com craques como Barthez, Boli, Deschamps, Desailly, Boksic ou Voller e ganhar nove campeonatos e 10 taças.

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Lyon – O Olympique já não joga no Gerland, estádio onde conheceu dias de grande glória (sete campeonatos seguidos entre 2001 e 2007 com homens como Coupet, Edmilson, Caçapa, Juninho, Sonny Anderson, Malouda, Élber, Essien ou Benzema). A equipa, agora secundária na liga interna, face aos novos-ricos PSG e Mónaco, joga agora no belíssimo Stade des Lumieres. O moderníssimo recinto tem capacidade para quase 60 mil pessoas, quase 20 mil a mais do que tinha até aqui.

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Bordeus – O Stade Chalman-Delbas já não existe. Inaugurado em 1938, viu ali jogar grandes jogadores como Tigana, Zidane, Dugarry, Lizarazu ou Pauleta. O Chalman tinha capacidade para cerca de 35 mil pessoas, tendo sido substituído pelo Bordeaux Atlantique, que leva mais de 42 mil. Os Girondins estão afastados da glória há quase dez anos mas condições não lhes faltam.

 

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Consulte o resto dos estádios da prova aqui.

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