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Visão do Peão

Visão do Peão

O melhor onze

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Mai15

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Júlio César (Benfica) - Assim que superou os problemas físicos, passou-se a ser um segundo Luisão: seguro e determinante;

 

Maxi (Benfica) - Defendeu e atacou bem e, ainda, marcou uns golos;

 

Luisão (Benfica) - O esteio da defesa e ainda marca golos;

 

Jardel (Benfica) - Fez esquecer Garay. Isso diz tudo;

 

Sandro (FCP)  - Merece a ida para o Real (como Danilo);

 

Adrien (Sporting) - Marcou oito golos e fez a sua melhor época;

 

Gaitán (Benfica) - O jogador de maior qualidade em Portugal. É extremo e dez, ao mesmo tempo;

 

Herrera (FCP) - A melhor época no FCP, após grande mundial;

 

Jonas (Benfica) - Chave do sucesso benfiquista. Classe em cada movimento;

 

Lima (Benfica)- Dupla perfeita com Jonas;

 

Jackson (FCP) - O colombiano quase nunca falha.

Derrota de Guimarães e Marquês Sádico

20
Mai15

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Em Guimarães, zero a zero no relvado, suficiente para que o Benfica fizesse a festa do 34. Nas bancadas e lá fora, novo empate, em que todos perderam. Por goleada. O Vitória local viu o seu estádio violado, com cadeiras partidas, bares vandalizados e um armazém pilhado (Onde estava a polícia? Tudo se filma mas nada se evita?). O Benfica viu os adeptos retidos no estádio, apertados contra as grades, à espera para sair, sem se podem mexer. Um desses adeptos, acompanhado pelos filhos, foi espancado por, alegadamente ter cuspido num polícia (graduado). Mesmo que tal tenha acontecido, nada justifica esta resposta violenta, desproporcionada e pior, descontrolada. Que se detenham os que perturbam a ordem pública que, por norma, não se fazem acompanhar de crianças e velhos. Bastou fazer zapping para se perceber que a polícia de intervenção exagerou. Há uma forma correta de falar com os cidadãos que não precisa de ser brando e há maior respeito por quem pode bater mas não o faz. Estar perto do estádio onde se decida a liga, não é razão para ser agredido.

 

Em Lisboa, vergonha maior. Aí, com culpas repartidas. CML e Benfica erraram. Ignorando o parecer das forças policiais, que deveria ser vinculativo, organizaram, com dias de antecedência, uma festa no centro da cidade. Isso implicou dinheiros públicos (a CML não gastou um tostão? Não me lixem), o corte de várias artérias principais da cidade (ok, era domingo à noite mas as pessoas têm direito de se deslocar ou simplesmente ir para casa) e a junção de uma multidão.

 

Já se sabe que o Benfica junta muita gente e já sabe que estas pessoas ali estariam horas a fio. E já se sabe que portugueses em festa querem comida e, sobretudo, álcool. Álcool e muitas pessoas em torno de uma paixão, dá merda. Daí que não se venda álcool em estádios. Faz sentido. Mas no Marquês, com milhares de pessoas em festa, à espera dos seus heróis, achou-se boa ideia vender cerveja. Milhares de litros. Só podia dar…merda.

 

Mais uma vez, a polícia não esteve bem. Deu ideia que bateram em que lhes apareceu à frente e não identificaram o foco da confusão. Fossem bêbados, adeptos de outros clubes ou grupos organizados, alguém começou os confrontos. As cargas cegas e os insultos baixos nada resolvem. Agentes à paisana e um controlo através da videosegurança já teriam resolvido qualquer coisa...

 

Então, o que fazer? Limitar a festa aos recintos desportivos! Quem quisesse ver a equipa e festejar, deslocar-se-ia à Luz e festejaria, sem álcool. Para minimizar a entrada de hooligans, cobravam-se bilhetes e, claro, já todos os adeptos do futebol deveriam ter cadastro. É simples e acontece em todo o lado (em Roma, para ver um Lázio-Sampdória com 40 por cento de lotação do Olímpico, esperei que vissem se tinha cadastro).

 

Com tudo isto, o Benfica é justo campeão mas a polícia, muitas vezes heroína silenciosa, fica mal na fotografia e as famílias ganham ainda mais medo de ir ao futebol. E em Portugal, se há algo que precisamos no futebol, é de espetadores.

O onze dos flops

20
Mai15

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Fernandez (FCP) - O guarda-redes, mais um pedido expresso de Lopetegui, foi dinheiro gasto sem retorno. Aliás, foi uma contratação que não se entendeu, numa altura em que o FCP tinha Helton, Fabiano, Ricardo ou Kadú;

 

Opare (FCP) - Craque na Bélgica e na Turquia, para onde emigrou em janeiro, seria a opção para fazer descansar Danilo e Sandro. Nunca foi;

 

Indi (FCP) - Não falhou completamente mas nunca mostrou porque era titular da Holanda e pretendido pelo United. Daqui não sairá um negócio como o de Pepe ou Ricardo Carvalho;

 

Rabia (Sporting) - Depois de uma long novela, o egipcio, que pode ser central ou médio e até tinha fama de marcar golos, nem um minuto fez pela equipa A;

 

Benito (Benfica) - "Roubado" ao Sporting, nunca justificou minutos;

 

Slavchev (Sporting) - Dos reforços mais caros e daqueles que menos mostrou. Nem na equipa B jogou mais que meia parte. No Bolton também não tem lugar;

 

Cristante (Benfica) - Respeitado em Itália, onde é visto como craque de futuro, quase não jogou com Jesus;

 

Gauld (Sporting) - O mini-Messi precisará de tempo mas, não se gastam três milhões, em jogadores que nada mostram;

 

Octávio (FCP) - Pelo preço, pensou-se que seria aposta. Não vingou no Dragão nem em Guimarães;

 

Diego Maurício (Setúbal) - O brasileiro era uma grande esperança no seu país. Pensava-se que, em Setúbal, poderia ser estrela e renascer. Nem perto;

 

Adrián (FCP) - 11 milhões de euros e muitos jogos pelo Atlético de Madrid, faziam prever que estrelasse a nossa liga. Pouco jogou e nada fez.

 

Treinador - Lopetegui (FCP) - Teve largos milhões para montar o plantel que quis. Esteve bem na Champions mas falhou redondamente no resto. Começou mal a fazer rodar a equipa, antes de ter um onze base e desafiou Quaresma, sem necessidade. Merece segunda oportunidade mas tinha obrigação de ser campeão pelos craques que juntou.