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Visão do Peão

NIKE PRO COMBAT RECOVERY HYPERTIGHT

23.01.14, Francisco Chaveiro Reis

 

 

 

 

 

 

 

 

Estudos têm demonstrado que a recuperação dos atletas é tão importante como o treino e a preparação, e que o processo de recuperação tem um grande impacto na performance. A capacidade de o corpo humano recuperar das várias agressões que resultam da prática de desporto é uma ciência fascinante.

 

A  Nike apresenta o seu primeiro produto concebido especificamente para apoiar o processo de recuperação, Nike Pro Combat Recovery Hypertight. As calças foram desenvolvidas com base nas opiniões de atletas, cientistas, fisiologistas, treinadores e nos dados da Nike Sport Research Lab (NSRL).

 

INOVAÇÃO DE RECUPERAÇÃO

 

As Nike Pro Combat Recovery Hypertight foram criadas para serem utilizadas fora da competição, durante a “recuperação activa” – enquanto o corpo se move mas sem competir ou participar em exercícios intensos. A compressão gradual fornecida pelo seu design avançado visa zonas específicas da perna, auxiliando a recuperação.

 

“A nossa pesquisa concluiu que a compressão gradual pode ajudar à recuperação de impacto”, afirma Eddy Harber, Nike Innovation Design Director. “As novas Nike Recovery Hypertight foram desenvolvidas e testadas com alguns dos melhores atletas e equipas do mundo, em vários desportos”.

 

VISÃO DOS ATLETAS

 

Durante décadas, os atletas têm procurado soluções eficazes de recuperação – banhos gelados, ligaduras de compressão e pomadas musculares. A actual exigência de treino dura 365 dias por ano para atletas de topo, com as temporadas oficias a prolongarem-se durante meses. Os corpos são postos à prova; os músculos são desgastados, especialmente nas pernas.

 

Atletas de topo em vários desportos, incluindo a estrela de basquetebol LeBron James, estiveram envolvidos em testes e no desenvolvimento das Nike Recovery Hypertight, fornecendo um feedback crucial.

 

“As calças ajudam à minha performance pelo simples facto de que sou capaz de recuperar de jogo para jogo, e consigo sentir-me bem novamente antes do jogo começar e durante o jogo”, afirma LeBron James.

 

DESIGN E DESENVOLVIMENTO

 

O designer Eddy Harber trabalhou com uma equipa nos testes e desenvolvimento das Nike Recovery Hypertight durante mais de 18 meses. Depois de identificar o desafio de ajudar os atletas a recuperar mais rápido, a equipa procurou uma solução.

 

A equipa seguiu a noção de que a compressão ajuda a reduzir o inchaço que por sua vez ajuda à recuperação muscular. Depois de vários protótipos e testes abrangentes, a equipa de design da Nike encontrou exactamente aquilo que procurava: uma compressão gradual e confortável que reduz o inchaço muscular ao colocar pressão exactamente onde esta é necessária.

 

A quantidade de compressão fornecida pelo padrão eléctrico cria uma transição suave pela perna, com compressão mais firme no tornozelo, onde o inchaço pode ser mais crítico.

 

As Nike Pro Combat Recovery Hypertight vão estar disponíveis em Nike.com e em lojas seleccionadas a partir de 3 de Fevereiro.

 

 

Imagens em alta resolução:

http://nikeinc.com/news/introducing-the-nike-pro-combat-recovery-hypertight#/inline/26696

 

Vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=0vlua43mzxM

Momo Sissoko

22.01.14, Francisco Chaveiro Reis

Momo Sissoko, médio maliano que hoje completa 29 anos, está sem clube após ter passado por Fiorentina, PSG, Juventus, Liverpool ou Valência. Com alguns anos na carreira pela frente, o médio seria uma boa opção para um Sporting com um meio campo curto. Sissoko tem experiência e qualidade e é um 6 de grande classe,. Seria bem vindo, pese embora o se ordenado que, imagino, será alto.

Cadete

22.01.14, Francisco Chaveiro Reis

Jorge Cadete, aos 45 anos, vive na casa dos pais e não tem um euro sequer como rendimento. Nos últimos meses até recebia cerca de 180 euros do RSI mas este foi cortado. Resta acrescentar que Cadete foi um dos melhores avançados portugueses dos anos 80 e 90 e passou por clubes como Sporting, Benfica, Celtic, Celta ou Bréscia com contratos milionários. Ontem foi para o ar, na SIC, a primeira de quatro reportagens sobre antigos futebolistas de sucesso que hoje em dia, lutam para sobreviver.

 

Cadete chegou ainda criança a Lisboa e viveu no lar do Sporting durante cerca de 8 anos. Chegou à equipa principal, foi goleador e capitão. Em 1994/1995, Carlos Queiroz não contava com ele e o avançado foi emprestado ao Bréscia onde não vingou. Regressaria a Lisboa mas, em janeiro de 1996 chegou à Escócia e o fim de época valeu-lhe a chamada à seleção que disputou o Euro 96. A época seguinte, seria a melhor da sua carreira. Fez dupla de sonho com Di Canio e tornou-se o herói do Celtic. Muito teria sido diferente se lá tivesse continuado.

 

Seduzido pela liga espanhola, mudou-se para o Celta de Vigo. Teve duas épocas medianas e regressou a Portugal, jogando pelo Benfica. Até 2007, arrastou-se. Bradford, Estrela da Amadora, Partick Thistle, Pinhalnovense e São Marcos foram os restantes clubes que representou.

 

Com dois casamentos falhados, deu metade do que tinha a cada uma das ex-mulheres. Fundou uma academia e um clube e só nisso terá gasto mais de um milhão de euros. Hoje não tem nada. Ainda assim, não desiste e estuda em Rio Maior. Sonha ser treinador.

 

Ver teaser da peça.

United agita mercado

22.01.14, Francisco Chaveiro Reis

 

O Manchester United está disposto a contratar jogadores de créditos firmados antes do fim de janeiro. Dante (Bayern) e Mata (Chelsea) são alvos e podem mudar-se, muito em breve, para Old Trafford.

Merda...

22.01.14, Francisco Chaveiro Reis

 

Michel Bastos, interessante extremo esquerdo que já passou por Lille, Lyon ou Fulham, foi apresentado como reforço da Roma. Começou foi mal a aventura italiana. Na apresentação, aceitou um cachecol das bancadas que exibiu, orgulhoso. O mesmo tinha o escrito "Lazio Merda"...

Vídeo.

Weah

21.01.14, Francisco Chaveiro Reis

 

George Weah, avançado liberiano que se destacou, sobretudo, com a camisola do Milan, é um dos melhores jogadores de sempre e o meu jogador favorito de sempre. Para tal, terá ajudado vê-lo no seu auge, enquanto crescia.Lembro-me bem de vê-lo percorrer metros e metros, em velocidade e em força, rumo às balizas contrárias. O seu golo ao Verona será o seu melhor e portanto, o mais célebre.

 

Conquistou o título de melhor jogador do mundo em 1995; venceu duas ligas italianas, uma francesa, duas taças francesas e uma taça inglesa, ficando-lhe a faltar uma Champions.

 

George Tawlon Manneh Oppong Ousman Weah nasceu em Monrovia, há 47 anos. Começou a dar nas vistas no seu país antes de se mudar para os Camarões, onde jogou nos Tonnerre Yaoundé. Foi lá, que um tal de Arsene Wenger o viu e o quis no seu projeto, o Mónaco. Aterrou no principado em 1988/1989 numa equipa que contava com Glenn Hoddle ou Manu Petit. Ficou no clube até 1992, deixando para trás, 47 golos marcados.

 

Em 1992/1993 juntou-se ao PSG de Artur Jorge. Fez três épocas e marcou 32 golos, um pouco abaixo dos marcados no Mónaco, com pouco menos jogos (96 contra 102). Mereceu a atenção do poderoso Milan e entre 1995 e 2000 viveu os melhores anos da carreira. Anos pelos quais é recordado, jogando na então melhor liga do mundo, vencendo-a duas vezes ao lado de jogadores míticos como Savicevic, Albertini, Boban ou, claro, Maldini.

 

Na pré-época de 1994/1995 até marcou ao Benfica. Marcou 46 vezes pelos rossoneri em cinco anos e tornou-se num destaque mundial, tanto que, em 1995 foi considerado o melhor jogador do mundo.

 

Depois de 2000 e antes do fim da carreira em 2003, ainda andou pelo Chelsea, City, Marselha e Al-Jazira mas longe do que mostrou nos primeiros anos em França e em Itália.

 

O regresso de Adebayor

21.01.14, Francisco Chaveiro Reis

Emmanuel Adebayor, avançado togolês de 29 anos, vive um bom momento: usa a camisola 10 do Tottenham, clube com o qual tem um contrato milionário e marcou seis golos em nove jogos. Muito graças a si, os Spurs ocupam o quinto posto da Premier League, com os mesmos pontos do que o Liverpool, quarto. E, convenhamos, com Arsenal, City e Chelsea, o máximo a que o clube pode aspirar, é mesmo a  a que o quarto lugar dá acesso. Mas, se recuarmos algumas semanas, poucas até, Adebayor não passava de um jogador proscrito por Villas Boas. Nunca se percebeu ao certo o que afastava o português do africano mas, desde que o primeiro foi dispensado, o segundo foi chamado ao onze, deixando o reforço Soldado no banco e tem respondido com golos.

 

Adebayor começou destacar-se na Ligue 1, marcando e muito, com as camisolas de Metz e Mónaco. Seguiu-se o percurso natural de quem dá nas vistas em França: foi contratado pelo Arsenal de Wenger. Parecia ter encontrado o palco ideal para o seu talento. Golos, a confiança dos adeptos e treinador e, jogava no clube e com o número (25) do seu ídolo, Kanu. O apelo do então novo rico, City, fê-lo mudar de equipa e começou a perder importância. Esteve ano e meio em Manchester e meio ano em Madrid, antes de se mudar para o Tottenham. Vai na terceira época.

 

Será um dos mais interessantes avançados africanos de sempre, mesmo dando a sensação de que poderia ter sido melhor.