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Visão do Peão

Visão do Peão

Movimentações

 

Vendas

Rui Patrício parece ser uma venda inevitável. O Arsenal parece ser o principal interessado e penso que, se se fizer negócio por uns 15 milhões, será interessante. Rojo não fez grande época mas, pela juventude e pela titularidade na seleção argentina também pode render uns milhões. Fala-se em Lázio, Roma e Valência. Ambos podiam valorizar-se no Mundial 2014 mas os cofres não podem esperar muito mais. Depois, venderia também Jeffrén, Boulahrouz, Carillo, Labyad e Schaars. Os dois primeiros são enormes desilusões, têm bons ordenados e têm mercado. Já Carrillo e Labyad tardam em demosntrar o seu valor, têm jovens da Academia à sua frente (Bruma e Martins) e devem ser vendidos enquanto ainda têm interessados. Já Schaars, sendo internacional holandês terá mercado e será facilmente rendido por Adrien.

 

Emprestados

Há nomes que vejo como óbvios para regressarem a Alvalade no verão. Nuno Reis (Olhanense); André Santos (Deportivo da Corunha) e Wilson Eduardo (Académica) são jovens da casa que podem ser interessantes para compor o plantel. Onyewuu, experiente e goleador pode ser uma mais valia, sobretudo quando não há dinheiro para compra alguém melhor. Já outros como Bojinov, Pranjic ou Evaldo devem sair pela melhor oferta.

 

Entradas

Um central, um médio, um extremo e dois avançados são, para mim, prioridades. Para o centro, sendo que Dier é para Jesualdo, médio, há Ilori, Reis e, por mim, Onyewu. Falta um. Roberge, em fim de contrato com o Marítimo seria prioridade. No meio, igualmente em fim de contrato, Viana seria jogador a garantir. A vinda de Josué (avaliado num milhão de euros) seria uma opção interessante. Para as alas, Bebé. Viria por empréstimo, faz as duas alas e procura, finalmente explodir. Para o ataque, concordo com a vinda de Ghilas desde que por menos do que os 3 milhões de euros já falados. Será necessário um avançado de grande qualidade. Lembro-me de dois: Bianchi rato de área italiano em fim de contrato com o Torino e Marcelo Moreno, boliviano que já jogou no Bremen e Shaktar e que no Grémio está tapado por Barcos, Kléber e Vargas.

 

Promoções

Da equipa B, devem subir Golas, Ribeiro, Zezinho, Esgaio e Etock.

3-0

 

Acredito que o Real Madrid garanta hoje a passagem à final da Champions e até que a possa vencer. Parece-me provável a saída de Mourinho e, quererá sair pela porta grande após vencer a almejada décima. Bem sei que vem de um pesado 4-1 mas, com Ozil e Ronaldo em forma, vencer por 3-0 é bem possível. A jogar no seu estádio, a história será diferente assim a defesa ajude e anule Lewandowski. Aposto num 3-0.

Faro em festa

 

Dez anos depois, o Farense está na II Liga. Para comemorar o facto, 14 mil pessoas encheram o mítico Estádio de São Luís onde já brilharam Hassan, Hajri, Paixão, Carlos Costa ou Rufai. Foi uma festa bonita. O adversário foi a União de Leiria.

 

Nada mais a oferecer

 

Arsene Wenger chegou ao Arsenal em 1996 e levou o clube inglês à glória. O Arsenal multicultural de Wenger misturou, anos a fio, lendas inglesas como Seaman, Adams, Parlour ou Wright a jogadores que sairam do anonimato graças ao francês e se tornaram estrelas mundiais como Henry, Bergkamp, Pires, Vieira ou Petit. A fórmula de Wenger deu bom resultado e até 2005 deu e campeonatos, quatro taças e quatro supertaças. Mas, o problema é mesmo esse: desde 2005 que o Arsenal nada vence.

 

O problema pode passar pelo advento de equipas ricas como o Chelsea e City mas, ano após ano, o Arsenal perde força e os seus melhores jogadores trocam o clube por equipas da mesma liga. Cole, Clichy, Nasri ou Van Persie são exemplos disso mesmo. Só Henry soube sair mais airosamente, pois teve um convite do Barcelona.

 

A questão é: o que ainda tem Wenger a oferecer ao Arsenal? Pouco ou nada. A sua fórmula esgotou-se e hoje em dia os jogadores que descobre e que faz evoluir não querem brilhar no Arsenal mas sim em equipas que lutem por títulos. Wenger tem lugar na história mas, já o não tem no banco. André Villas Boas poderia ser o homem certo para o lugar.

Festa adiada

 

O Real Madrid, com uma equipa de recurso (Diego, Essine, Carvalho, Varane e Nacho; Pepe e Khedira; Di Maria, Kaká e Morata; Benzema) venceu o dérbi de Madrid. Mesmo jogando menos bem do que o Atlético venceu por 1-2. Falcao ainda adiantou os colchoneros mas Juanfran (auto-golo) e Di Maria adiaram a festa do Barcelona que empatou a dois no San Mamés com mais uma obra prima de Messi.

Fé no quinto

 

O  Sporting deu mais um passo rumo ao quinto lugar ao vencer, por 2-1, o Nacional, seu concorrente direto. O Sporting começou melhor, marcando aos cinco minutos. Bruma cruzou para Capel, de calcanhar, fazer o primeiro. O Sporting muito desperdiçou e Candeias deu o empate na segunda parte. Em mais um final milagroso, Rojo fez o segundo golo. Destaque para Capel, Bruma, Martins, Lopes e Ilori. Já Labyad continua a ser uma enorme desilusão. Nas bancadas, voltaram a estar 30 mil após vários jogos sem atingir essa meta. Segue-se a deslocação ao terreno do Paços, terceiro classificado e partidas contra os previsiveis dois últimos classificados da liga - Beira-Mar e Olhanense.

Labyad fica?

Acredito que Labyad é um jogador de grande potencial e que será um jogador enorme no futuro. No entanto, na primeira época ao serviço do Sporting, o marroquino de 20 anos desiludiu. É verdade que o contexto não foi o melhor e que para um jogador estrangeiro em adaptação isso será ainda mais difícil mas, por exemplo, Bruma de 18 anos, não engana e pegou de estaca. O segundo ando de contrato com o número 20 prevê que ele ganhe mais dois milhões de euros e esse factor, pode ser impeditivo da sua continuidade.

Kyrie Irving é um exemplo da próxima geração de jogadores

 

Líder nato, Kyrie Irving é um exemplo da próxima geração de jogadores

 

Uns dizem que já se nasce líder, enquanto outros acreditam que é a experiência adquirida ao longo dos anos que conduz à verdadeira liderança. Natureza ou Educação? No caso da nova estrela do basquetebol de 21 anos, Kyrie Irving, é uma combinação natural de ambas.

 

Nascido em 1992, Melbourne, Austrália, Irving era um jovem rapaz curioso. Os seus pais, Drederick e Elizabeth, ambos reconhecidos atletas, haviam de elevar a fasquia para Kyrie e a sua irmã mais velha Asia.

 

Educar duas crianças de forma equilibrada e que dessem valor à educação, à diversidade cultural e às experiências adquiridas era a prioridade dos pais de Irving.

 

Vitórias e Obstáculos

 

Irving começou a mostrar o seu espírito aventureiro aos dois anos de idade, quando a família fazia as malas para rumar à América. Foram viver para perto da sua família materna, em Seattle, Washington. Aos quatro anos, Irving sofreu uma perda que o haveria de marcar para o resto da vida – a sua mãe acabaria por morrer devido a uma infecção no sangue, que lhe provocara a falência dos órgãos.

Após a morte de Elizabeth, Drederick (Dred) mudou-se com as crianças para West Orange, Nova Jérsia, de forma a estar mais perto da família e a procurar novo emprego em Wall Street. O pai, sozinho, educou duas crianças extremamente inteligentes, motivadas e determinadas a fazerem a sua mãe orgulhar-se deles.

 

“A minha família é tudo para mim”, disse Kyrie Irving. “O meu pai serviu-me de exemplo e ensinou-me a andar de cabeça erguida dentro e fora de campo. Tu colhes aquilo que semeias e eu nunca tomarei a vida ou qualquer oportunidade como adquirida”.

 

O fenómeno de Nova Jérsia

 

A jogar no Montclair Kimberly Academy, nos seus primeiros dois anos de ensino secundário, Irving destacou-se no basquetebol como um verdadeiro base. As suas estatísticas enquanto jogador – 26.5 pontos, 10.3 assistências, 4.8 ressaltos e 3.6 assaltos – captaram a atenção das melhores universidades. Tinha, então, 15 anos.

 

Sempre a refinar as suas capacidades sob a alçada e mentoria do seu pai, Irving era ambidestro e conseguia chamar a atenção com os seus treinos pouco ortodoxos.

 

Pai e filho tratam-se como melhores amigos até hoje, uma profunda ligação que deriva do trabalho árduo, deslocações e tragédias familiares.

 

Tornar-se líder

 

Enquanto caloiro na Duke University, sob a alçada de Mike Krzyzewski, Irving absorvia cada minuto de orientação oferecido pelo famoso Coach K., até ao ponto em que teve de se resguardar. Irving valoriza a capacidade de liderança e a influência do seu pai e de Krzyzewsky, que o ajudaram a melhorar as suas técnicas de jogo, levando-o a ser a primeira escolha para a equipa ideal de 2011.

 

Na segunda temporada profissional, os elogios a Irving propagavam-se: Rookie of the Year 2012, All-Rookie First Team 2012, Three-Point Shootout Champ 2013 e All-Star 2013. Contudo, Irving percebe que o basquetebol é apenas um jogo. Ele tem como exemplo fora de campo a sua irmã mais nova, London.

 

Futuro brilhante

 

A fasquia está elevada para Irving, devido às origens da sua família, às experiências internacionais, às aptidões académicas e ao medo do fracasso. Nem sempre é fácil – as lesões fazem com que o jovem de 21 anos se lembre que o basquetebol profissional é duro. Apesar de tudo, Irving continuará a ser um líder humilde e ávido, focado em elevar Cleveland dentro e fora de campo. Assistir aos playoffs a partir casa será como atirar lenha à fogueira.

 

“Inside Access” é uma série que o leva a conhecer o melhor de Nike Basketball, através das histórias dos eventos, inovação e atletas. Veja as novidades todas as primeiras e terceiras terças-feiras de cada mês, durante a temporada de basquetebol americana.

 

Mais informações e imagens em alta resolução:

http://nikeinc.com/nike-basketball/news/inside-access-kyrie-irving

 

Vídeo:

http://youtu.be/8wXtL6x-X8E

 

Um exemplo

 

O Paços de Ferreira é um exemplo no futebol português. Com orçamento reduzido, com bons jogadores e com os salários em dia, é o terceiro classificado na liga portuguesa, com mais três pontos do que o Sporting de Braga a quatro partidas do fim da liga. O sucesso será da administração também mas, a face vísivel é Paulo Fonseca, jovem treinador com largo futuro à frente. O antigo central do Estrela da Amadora pede vôos mais altos e vai sendo falado para o comando do Braga. O plantel esse, conta com 65% de portugueses, com destaque para Vítor, Josué ou Leão, cobiçados por clubes maiores. Entre os estrangeiros, claro destaque para o peruano Hurtado, avançado móvel que já fez 8 golos na liga e para Cícero, luso-guineense que leva 9 golos. Eis um clube de sucesso, dentro e fora do campo.

"O remédio é amargo"

 

É hoje notícia a intenção do Sporting rescindir com vários funcionários. A decisão só pode merecer críticas por, entre a lista, estarem históricos campeões como Manuel Fernandes. Emocionalmente, transtorna. Racionalmente, é uma forma de se começar a viver segundo as posses do clubes. E, essas são escassas. 

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