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Visão do Peão

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Altos e baixos

Momentos da história do Bayer

Francisco Chaveiro Reis
15
Abr24

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Xavi Alonso, Boniface, Xhaka, Grimaldo ou Tah ficarão para sempre na memória dos adeptos do Bayer. Mas o clube tem já uma longa história. Bayer 04 Leverkusen Fußball GmbH nasceu em 1904, contando já com 119 anos. Como se vê pelo nome e pelos patrocionios ao longos dos anos, o clube tem ligação à farmacêutica multinacional, tendo sido criado por largas dezenas de colaboradores seus.

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Até aos anos 60, a história do clube foi de subidas e descidas, mantendo-se sobretudo nas ligas menos interessantes. No fim dos anos 70, a maior glória, até então, com a conquista do campeonato da segunda divisão, em 1979. Progressivamente tornou-se um clube de primeira divisão e sobretudo um clube da primeira metade, chegando às competições europeias. Seria da Europa que viria o segundo grande título do clube, a Taça UEFA. A 4 de maio de 1988, derrota por 3-0 em Barcelona, ante do Espanhol, que tinha Ernesto Valverde no 11. Na segunda mão, igual 3-0 com golos do brasileiro Tita, do alemão Falko Götz e do coreano Cha Bum-kum, grande estrela de então. Nas grandes penalidades, 3-2 para os alemães.

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Nova glória em 1993. Em Berlim, Ulf Kirsten, que jogou 13 épocas pelo Bayer, fez o único golo na final da Taça da Alemanha, dando o primeiro grande título nacional ao clube.

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De 1997 a 2002, quatro segundos lugares na Bundesliga, com o título a estar ao alcance do clube por duas vezes. Em 2000, bastava um empate contra o modesto SpVgg Unterhaching para conquistar o título, mas o que aconteceu foi uma derrota por 0-2, com um dos golos a ser de Ballack, na própria baliza. Dois anos depois, o clube desperdiçou uma vantagem de cinco pontos, perdendo dois dos seus últimos três jogos.

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Em 2001-2002, além de perder o campeonato, o Leverkusen perdeu a final da Taça para o Shalke 04 e a final da Liga dos Campeões para o Real Madrid. Eram os dias de uma grande equipa, com Butt, Lúcio, Zé Roberto, Bernd Schneider ou Neuville, além dos já citados Ballack e Kirsten e dos jovens Berbatov e Basturk.

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Com um estádio sempre cheio e com bom ambiente, o Bayer tem tido sempre fãs fieis que merecem o momento atual.