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Visão do Peão

Rumo à vitória!

por Francisco Chaveiro Reis, em 31.05.15

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Verão de 2015: dez nomes que vão dominar o mercado

por Francisco Chaveiro Reis, em 30.05.15

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Cristiano Ronaldo - O português parece fatigado de perder títulos para o Barcelona e poderá mudar de ares neste verão após seis anos no Bernabéu. Jorge Mendes já estará à procura de convencer Florentino, uma vez que United ou PSG não teriam grandes problemas em oferecer 100 milhões de euros por um jogador que, apesar da qualidade, conta já com 30 anos. Ronaldo, adorado em Manchster, poderia ser determinante a ajudar a colocar o gigante inglês onde pertence, após duas más épocas. O problema poderá ser, deixar a impressão que está a fugir da luta direta com Messi…

 

Eden Hazard – Se Ronaldo sair, o Real precisará de uma superestrela ofensiva e, neste momento, há muito poucas. Creio que Hazard seria a única que poderia fazer esquecer Ronaldo. E acredito que aqui se batesse um record.

 

Paul Pogba – Com a entrada de Khedira, é quase certo que o francês sai este verão. O Barcelona parece estar na dianteira mas City também está muito atento para uma operação que não deve custar menos que 70 milhões. Para o francês, o Barcelona seria a melhor opção.

 

Gareth Bale – Se Ronaldo sair, pode assumir-se como a estrela maior, tendo mais espaço para bilhar, até porque é dos jogadores mais parecido com o português. Mas, fala-se que também ele se pode mudar para Manchester. Seria uma grande perda.

 

Carlo Ancelotti – É um dos melhores técnicos do mundo e estará perto de regressar ao Milan. Por um lado, seria um regresso a casa, onde ganhou tudo como jogador e treinador, por outro o clube e a liga já não têm o mesmo peso e depois de Paris, Londres e Madrid, este pode ser um projeto demasiado curto…

 

Angel Di María – Foi o melhor jogador do Mundial 2014 (não reconhecido) após boas épocas em Madrid. Para financiar a contratação de James, foi vendido ao United onde um esquema confuso não o beneficiou. Tem que mudar-se para um gigante e voltar à boa forma. Monetariamente, o PSG é candidato óbvio mas ficaria bem no Barcelona ou no Milan, caso Ancelotti seja o treinador.

 

Jurgen Klopp – O excêntrico que levou o Dortmund do meio da tabela à glória está livre. O seu destino não será o Real e, com várias cadeiras ocupadas, só lhe resta o City. É a minha aposta mas, Klopp é emocional e pode optar por um projeto que lhe desperte paixão.

 

Radamel Falcao – Falhou no United e quer mostrar que ainda é um dos mais mortais avançados do mundo. É falado para Valência, Madrid, Liverpool e Londres. Será uma época decisiva para o colombiano. Mesmo tendo jogado no FCP e Atlético, falta-lhe afirmar-se um degrau acima.

 

Mario Mandzukic – Não é um génio mas é um goleador eficaz. Após muitos golos no Wolfsburgo e alguns no Bayern, aterrou em Espanha onde não vingou. É falado para Mónaco e Milan. É garantia de golos em quase qualquer equipa.

 

Antoine Griezmann – O francês explodiu no Atlético após bons anos na Real Sociedad. Sentou Mandzukic no banco e assumiu-se como goleador (22 tentos na La Liga). É seguido por Bayern e Chelsea e será um grande reforço para qualquer uma das equipas.

 

Pedro Rodriguez – Suplente do trio Messi-Suarez-Neymar, como fora antes de outros tridentes de outro mundo, pode ser peça de sucesso em qualquer equipa. Já foi associado ao Chelsea mas ficaria bem em equipas como Arsenal ou Liverpool. É um craque.

 

 

Bryan Ruiz perto do Sporting?

por Francisco Chaveiro Reis, em 29.05.15

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Sporting quer 'fechar' Bryan Ruiz

 

Inter 2015/2016: Nike cria equipamento clássico

por Francisco Chaveiro Reis, em 29.05.15

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 O equipamento principal do Inter de Milão para 2015-16 inclui o regresso do famoso visual tradicional do clube: riscas largas a preto e azul.

 

Esta versão da estética icónica do Inter de Milão celebra o 25.º aniversário da vitória da equipa na Taça UEFA, na temporada 1990-91. Um título que garantiu ao Inter de Milão o seu primeiro troféu europeu desde os anos 60, a vitória impulsionou uma reconhecida etapa de sucessos na competição – em sete épocas, o clube conquistou três Taças UEFA, com os troféus de 1993-94 e de 1997-98.

 

Tal como em 1990-91, também esta época o equipamento principal do Inter de Milão apresenta impressionantes riscas a preto e azul nas costas e na parte da frente da camisola, criando um visual chamativo e subtilmente abstrato.

 

A gola da camisola é em preto e azul, novamente inspirada no equipamento usado pela equipa triunfante de 1990-1991. Há uma risca azul em cada um dos lados da camisola, que se prolonga até às laterais dos calções, que são, de resto, totalmente pretos.

 

As novas meias são pretas com uma risca larga em padrão chevron na parte de trás da perna.

 

O equipamento principal do Inter de Milão está disponível para pré-venda através da App Nike Football e da loja store.inter.it, a partir de hoje, dia 28 de maio. Pode ser adquirido em nike.com, nas Nike Stores, em SoloInterStore, em San Siro Store e em estabelecimentos selecionados a partir de 30 de maio.

 

Além de representar um símbolo de orgulho do clube, o novo equipamento oferece aos jogadores a mais avançada inovação Nike em performance, no que diz respeito à tecnologia dos materiais, à gestão da hidratação e à sustentabilidade ambiental.

 

Imagens em alta resolução:

http://news.nike.com/news/nike-creates-classic-inter-milan-home-kit-for-2015-16

Rumor do dia: Giovani Augusto

por Francisco Chaveiro Reis, em 29.05.15

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Rumor do dia: Hélder Lopes

por Francisco Chaveiro Reis, em 28.05.15

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Sevilha vence quarta Liga Europa

por Francisco Chaveiro Reis, em 27.05.15

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Benfica low cost contrata Ederson, Marçal, Pelé, Diego Lopes e Hassan

por Francisco Chaveiro Reis, em 27.05.15

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Sport dá Cédric no Barcelona por 7 milhões

por Francisco Chaveiro Reis, em 27.05.15

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Ronaldo acaba La Liga com 48 golos (!!!!!!!!)

por Francisco Chaveiro Reis, em 25.05.15

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 Melhor só Messi que, em 2011/2013, marcou 50.

Porto segue Perín (guarda-redes do Génova)

por Francisco Chaveiro Reis, em 25.05.15

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Milan goleia Torino mas não sai da 10.ª posição

por Francisco Chaveiro Reis, em 25.05.15

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Newcastle, Corunha e Estugarda salvam-se da segunda divisão. Hamburgo ainda em perigo.

por Francisco Chaveiro Reis, em 25.05.15

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Tondela (campeão e em estreia) e União (mesmos pontos do que Chaves e Covilhã) sobrem de divisão

por Francisco Chaveiro Reis, em 24.05.15

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Sporting B vence em Braga e fica em quinto. Rubio marcou mais um.

por Francisco Chaveiro Reis, em 24.05.15

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Bruno Uvini quase reforço

por Francisco Chaveiro Reis, em 21.05.15

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Neymar, Rooney e Lewandowski apresentam novas armas

por Francisco Chaveiro Reis, em 21.05.15

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Em 2013, a Nike lançou a Hypervenom, uma nova linha de botas para um novo tipo de avançado. Jogadores de todo o mundo, de Neymar Jr. a Wayne Rooney, levaram imediatamente para o campo, com grande sucesso, as novas botas. A equipa de design da Nike nunca parou de trabalhar em tudo o que pudesse tornar as próximas botas Hypervenom ainda melhores.

 

“Tal como os jogadores para os quais trabalhamos, estamos constantemente a elevar os parâmetros do que é possível. Somos inovadores implacáveis”, afirma Nathan VanHook, diretor de design sénior da Nike Football Footwear.

 

A equipa de design da Nike focou-se em tornar a Hypervenom II, a bota essencial para uma agilidade letal. “Começámos de forma simples, com membros da equipa a usarem meias brancas e a pintarem-nas com um spray enquanto os seus pés se fletiam em vários movimentos típicos do futebol”, afirma Phil Woodman, designer da Nike Football Footwear. “À medida que moviam o pé, as linhas brancas não pintadas identificavam sulcos flexíveis proeminentes. Esse exercício rapidamente passou para visitas ao Sport Research Lab da Nike e para reuniões com os nossos cientistas para entender de que forma o pé se pode mover melhor com a bota”.

 

Para atingir o nível de sinergia anatómica a que a equipa se propôs, a Nike Flywire está estrategicamente mapeada na Hypervenom II com sulcos adicionados nas áreas de contacto mais pesado com a bola para um toque melhorado. A tecnologia Flywire está integrada numa malha com vários níveis de densidade, uma novidade relativamente à parte superior das Hypervenom originais. Estes foram alguns dos vários melhoramentos ao longo do processo de design. No fim de contas, cada componente da Hypervenom original evoluiu para algo melhor na Hypervenom II.

 

“Os jogadores adoraram a Hypervenom original, mas isso não significa que não possamos fazer melhor. Não temos medo de fazer as alterações que forem necessárias para que a bota seja ainda melhor. O tipo de jogadores que usam Hypervenom não esperariam nada menos do que isso”, declara Max Blau, vice-presidente da Nike Football Footwear.

 

“Todos os ângulos lineares na bota se alinham com o movimento natural do pé. A tecnologia Flywire potencia um sistema de lockdown que impede o pé de deslizar na bota. Não desenhámos uma bota que funciona para o pé, mas antes, com o pé”, acrescenta Nathan VanHook.

 

A bota Hypervenom II foi concebida para jogadores ofensivos que, quando estão em campo, são letais por natureza – são capazes de se mover em qualquer direção, normalmente na que o adversário menos espera.

 

Neymar Jr. afirma: “Sinto-me confiante ao usar as Hypervenom II. Sou capaz de mudar de direção, acelerar e escapar aos defesas sem hesitação. E adoro o design da bota”.

 

“O Dynamic Fit Collar ainda não tinha sido apresentado quando a primeira Hypervenom surgiu. Experimentámos com uma grande variedade de interações, concebendo finalmente um novo Dynamic Fit Collar com a colocação da costura fora do tendão para um conforto melhorado e zero distrações”, declara Phil Woodman.

 

A Hypervenom II é a primeira bota da Nike Football a misturar um Flyknit Collar com uma parte superior de malha melhorada, completada com NikeSkin e tecnologia All Conditions Control (ACC).

 

“Tivemos um feedback muito positivo dos jogadores acerca da parte superior que desenhámos”, declara Phil Woodman.

 

O Flyknit Dynamic Fit collar revela um rasgo de cor quando em flexão, acrescentando estilo à substância da performance. O design, num todo, é agressivo, audaz, poderoso e desafiador – tal como os jogadores que o usam. Os jogadores Hypervenom são reconhecidos pela sua agilidade em executar movimentos direcionais em espaços apertados, fazendo zigue quando os outros fazem zague. Essa capacidade de ziguezague encontra uma interpretação literal na parte lateral da bota.

 

Os atacadores tornam-se impercetíveis a partir da parte interior da bota por forma a eliminar qualquer possibilidade de distração ou irritação.

 

Em resposta ao feedback dos jogadores, a placa da sola da Hypervenom II é constituída por um componente mais suave do que a original para um maior conforto.

 

“Vamos buscar muita inspiração à natureza. Com as Hypervenom II, focámo-nos numa variedade de animais que apresentam colorações especiais nas suas partes inferiores, frequentemente ligadas a características venenosas. Estes podem parecer inocentes à primeira vista, mas contêm estes padrões coloridos que podemos não ver até ser já tarde demais”, explica Phil Woodman. “Levámos esta estética às Hypervenom II para deixar uma impressão forte àqueles que ficam para trás das manobras dos jogadores”.

 

Pela primeira vez, foram criadas umas Hypervenom para mulher, que podem ser vistas, a partir de junho nas seleções femininas dos EUA, Inglaterra, França, entre outras. “Estamos empenhados em expandir as nossas ofertas aos jogadores e em oferecer tamanhos para mulheres”, afirma Blau. “Esta é a primeira, mas não será com certeza a última”.

 

As Nike Hypervenom II vão estar disponíveis através da app Nike Football a partir de 25 de maio e em nike.com a partir de dia 27. As colorway para mulher estão disponíveis na primeira semana de junho.

 

Imagens em alta resolução:

http://news.nike.com/news/hypervenom-ii-deceptive-by-nature

Rumor do dia: Nemanja Nikolic

por Francisco Chaveiro Reis, em 21.05.15

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O melhor onze

por Francisco Chaveiro Reis, em 20.05.15

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Júlio César (Benfica) - Assim que superou os problemas físicos, passou-se a ser um segundo Luisão: seguro e determinante;

 

Maxi (Benfica) - Defendeu e atacou bem e, ainda, marcou uns golos;

 

Luisão (Benfica) - O esteio da defesa e ainda marca golos;

 

Jardel (Benfica) - Fez esquecer Garay. Isso diz tudo;

 

Sandro (FCP)  - Merece a ida para o Real (como Danilo);

 

Adrien (Sporting) - Marcou oito golos e fez a sua melhor época;

 

Gaitán (Benfica) - O jogador de maior qualidade em Portugal. É extremo e dez, ao mesmo tempo;

 

Herrera (FCP) - A melhor época no FCP, após grande mundial;

 

Jonas (Benfica) - Chave do sucesso benfiquista. Classe em cada movimento;

 

Lima (Benfica)- Dupla perfeita com Jonas;

 

Jackson (FCP) - O colombiano quase nunca falha.

Derrota de Guimarães e Marquês Sádico

por Francisco Chaveiro Reis, em 20.05.15

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Em Guimarães, zero a zero no relvado, suficiente para que o Benfica fizesse a festa do 34. Nas bancadas e lá fora, novo empate, em que todos perderam. Por goleada. O Vitória local viu o seu estádio violado, com cadeiras partidas, bares vandalizados e um armazém pilhado (Onde estava a polícia? Tudo se filma mas nada se evita?). O Benfica viu os adeptos retidos no estádio, apertados contra as grades, à espera para sair, sem se podem mexer. Um desses adeptos, acompanhado pelos filhos, foi espancado por, alegadamente ter cuspido num polícia (graduado). Mesmo que tal tenha acontecido, nada justifica esta resposta violenta, desproporcionada e pior, descontrolada. Que se detenham os que perturbam a ordem pública que, por norma, não se fazem acompanhar de crianças e velhos. Bastou fazer zapping para se perceber que a polícia de intervenção exagerou. Há uma forma correta de falar com os cidadãos que não precisa de ser brando e há maior respeito por quem pode bater mas não o faz. Estar perto do estádio onde se decida a liga, não é razão para ser agredido.

 

Em Lisboa, vergonha maior. Aí, com culpas repartidas. CML e Benfica erraram. Ignorando o parecer das forças policiais, que deveria ser vinculativo, organizaram, com dias de antecedência, uma festa no centro da cidade. Isso implicou dinheiros públicos (a CML não gastou um tostão? Não me lixem), o corte de várias artérias principais da cidade (ok, era domingo à noite mas as pessoas têm direito de se deslocar ou simplesmente ir para casa) e a junção de uma multidão.

 

Já se sabe que o Benfica junta muita gente e já sabe que estas pessoas ali estariam horas a fio. E já se sabe que portugueses em festa querem comida e, sobretudo, álcool. Álcool e muitas pessoas em torno de uma paixão, dá merda. Daí que não se venda álcool em estádios. Faz sentido. Mas no Marquês, com milhares de pessoas em festa, à espera dos seus heróis, achou-se boa ideia vender cerveja. Milhares de litros. Só podia dar…merda.

 

Mais uma vez, a polícia não esteve bem. Deu ideia que bateram em que lhes apareceu à frente e não identificaram o foco da confusão. Fossem bêbados, adeptos de outros clubes ou grupos organizados, alguém começou os confrontos. As cargas cegas e os insultos baixos nada resolvem. Agentes à paisana e um controlo através da videosegurança já teriam resolvido qualquer coisa...

 

Então, o que fazer? Limitar a festa aos recintos desportivos! Quem quisesse ver a equipa e festejar, deslocar-se-ia à Luz e festejaria, sem álcool. Para minimizar a entrada de hooligans, cobravam-se bilhetes e, claro, já todos os adeptos do futebol deveriam ter cadastro. É simples e acontece em todo o lado (em Roma, para ver um Lázio-Sampdória com 40 por cento de lotação do Olímpico, esperei que vissem se tinha cadastro).

 

Com tudo isto, o Benfica é justo campeão mas a polícia, muitas vezes heroína silenciosa, fica mal na fotografia e as famílias ganham ainda mais medo de ir ao futebol. E em Portugal, se há algo que precisamos no futebol, é de espetadores.

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